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·03 de abril de 2026

Vice-presidente do Grêmio detona profissionalização da arbitragem

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Indignado após a derrota de 2 a 1 para o Palmeiras, na última quinta-feira (2), o vice-presidente de futebol do Grêmio, Antônio Dutra Junior, fez duras críticas à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e detonou a ideia de profissionalizar a arbitragem.

“A CBF fala em profissionalizar, ou seja, o que a CBF diz profissionalizar, ela quer pagar salários para os árbitros. Vai pagar salários para a incompetência. Hoje tivemos um funcionário do Palmeiras que chegou a pular uma placa de publicidade para jogar a bola rapidamente para o jogador, ou seja, a regra dos pontos de bola no chão não vale”, reclamou o dirigente do Grêmio.


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Para Dutra Junior, o Palmeiras venceu com ajuda da arbitragem. Ele contestou decisões como a não marcação de um pênalti de Giay em Amuzu e a falta de Pedro Gabriel em Fláco Lopez no primeiro tempo.

“Tivemos um pênalti claro no nosso jogador, o VAR não chamou. Ah, mas foi decisão do campo. Não, mas eu cansei de ver outras situações em que o campo definiu uma coisa, e o VAR chamou. Tivemos um gol decorrente de uma falta absolutamente inexistente. O jogador do Grêmio não toca no jogador do Palmeiras. Eu quero dizer que muito desse resultado está diretamente ligado à arbitragem”, protestou o vice-presidente.

A profissionalização da arbitragem foi anunciada em janeiro pela CBF. Bruno Arleu de Araújo, que apitou Palmeiras e Grêmio, está na lista dos árbitros remunerados. Em média, os 72 contratados recebem R$13 mil por mês.

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