Revista Colorada
·17 de maio de 2026
Vice-presidente do Inter projeta janela de transferências e esclarece informação sobre saídas

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·17 de maio de 2026

O Internacional já começou a pensar na próxima janela de transferências. Por mais que ainda tenha dois jogos para disputar antes da paralisação do Campeonato Brasileiro, em virtude da Copa do Mundo, o Clube do Povo está avaliando o mercado em busca de reforços para o segundo semestre, desde que dentro da atual realidade financeira.
Nos bastidores, a ideia do Colorado é assinar com um zagueiro experiente, para assumir a titularidade. Contudo, outros atletas podem desembarcar em Porto Alegre se negócios de ocasião forem possíveis. Abel Braga, Fabinho Soldado e Paulo Pezzolano, inclusive, mantém conversas frequentes sobre o tema.
Diante deste cenário, o vice-presidente Victor Grunberg se pronunciou. Em entrevista concedida para a “Rádio Gaúcha”, o dirigente garantiu que o trabalho de análise de mercado é constante, mas optou por manter cautela ao falar sobre contratações ou confirmar preferência na busca por zagueiros.
“A gente tem acompanhado as movimentações, sabe as carências e as necessidade do elenco. Ao mesmo tempo temos uma responsabilidade financeira muito grande. A gente falou de questão numérica de zagueiros, mas de qualidade também. Mas hoje o Internacional tem a quarta melhor defesa do Brasileirão. Tem apenas 16 gols sofridos. Mas claro, a gente sabe das necessidades”, iniciou o vice-presidente.
Na sequência, Victor Grunberg também comentou sobre possíveis saídas. Jogadores como Rafael Borré, Sergio Rochet e Alexandro Bernabei, por exemplo, já receberam sondagens. Contudo, o dirigente esclareceu que as vendas não precisam ocorrer nesta janela de transferências, podendo ficar para dezembro.
“O Internacional tem ativos importantes e relevantes no seu elenco, que chamam a atenção de times do continente e de fora também. Temos uma necessidade de fazer vendas dentro deste ano de 26, não necessariamente agora. Temos uma meta de venda que eu não diria que ela é ousada, mas todos os anos anteriores elas têm sido dadas como ousadas e a gente vem confirmando, inclusive superando a meta de venda no ano passado. E isso é uma necessidade do Internacional”, finalizou Victor Grunberg.














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