Clube Atlético Mineiro
·03 de fevereiro de 2026
Victor Hugo: confiança, fé e o sentimento de estar em casa

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·03 de fevereiro de 2026

Ele chegou cercado de expectativa, estreou em meio à pressão e, em pouco tempo, entendeu o que significa jogar pelo Galo. Sua estreia foi pelo Mineiro, no Independência, contra o América. Ali, já deu provas do que viria pela frente. Seu primeiro jogo na Arena MRV, pelo Clube, foi o clássico, e como titular. Contra o Palmeiras, veio o gol, o canto da Massa e o arrepio de quem começa a escrever sua própria história com o manto Alvinegro. Em entrevista exclusiva ao site do Galo, o jogador relembra a estreia, os bastidores e o impacto de, agora, viver o Galo.

Foto: Pedro Souza / Atlético
Aos 21 anos, o meio-campista já carrega uma bagagem que vai além da idade. A trajetória no futebol o fez amadurecer cedo e chegar ao Atlético mais preparado, não apenas como atleta, mas como homem. Depois de viver diferentes momentos na carreira, encontrou no Galo algo essencial para render em alto nível: confiança e acolhimento.
“O Atlético me acolheu, fez investimento, demonstrou interesse. O Sampaoli me conhece e confia em mim. Isso faz toda a diferença”, resume.
A identificação foi imediata. Fora de campo, a família se sentiu em casa. Dentro de campo, o sentimento de pertencimento cresce jogo após jogo. A esposa, presente nas arquibancadas, se encantou com o ambiente e com a torcida, reforçando a sensação de que Belo Horizonte passou a ser, definitivamente, lar.
A relação com a Massa Atleticana é um dos pontos mais marcantes desse início. Mesmo antes de vestir o preto e branco, Victor Hugo já conhecia a força do torcedor alvinegro. Agora, do lado de dentro, sente na pele o quanto esse apoio empurra o time.
“A torcida faz toda a diferença. É como se fosse um jogador a mais”, define.
Dentro de campo, Victor Hugo entende bem a responsabilidade da função que exerce. Atuando mais próximo do gol, com intensidade física, boa leitura de jogo e chegada à área, ele sabe que o meio-campo é o coração da equipe. Recuperar bolas, dar dinâmica ao jogo e fazer a transição para os atacantes são missões diárias.
A confiança do treinador é algo que ele faz questão de retribuir com entrega. A contribuição passa não apenas pelos números, mas pela presença constante no jogo, capacidade de equilibrar o time e vontade de fazer dar certo.
Mesmo tão jovem, Victor Hugo já conquistou títulos importantes, como Libertadores, Copas do Brasil e Campeonato Brasileiro, além de ter atuado ao lado de grandes nomes do futebol. Conquistas que ajudam a explicar a maturidade e a personalidade demonstradas em campo.
Mas há também um combustível silencioso que o acompanha desde cedo: a fé. Cristão, o meio-campista fala com naturalidade sobre gratidão, propósito e responsabilidade. Cada gol, cada assistência e cada atuação carregam, para ele, um significado maior.

Foto: Pedro Souza / Atlético
No Atlético, o sentimento é de recomeço, mas também de continuidade. De alguém que sabe onde quer chegar, mas entende que o caminho passa pelo presente.
Jogo a jogo. Treino a treino. Sempre com a Massa ao lado.

Foto: Pedro Souza / Atlético
Um jogador que sempre te chamou atenção no Galo? Hulk.
O que você tem de melhor para contribuir com o Atlético? A vontade de fazer dar certo.
O que significa vestir a camisa do Clube Atlético Mineiro hoje? É olhar para esse escudo e imaginar títulos, troféus. Um clube vencedor.
O que é um clássico? Clássico é guerra.
Família? Tudo.
A torcida do Galo representa o que nesse recomeço? Nossa força. É um jogador a mais dentro de campo.
O que mais te chamou atenção desde que chegou ao Atlético? O projeto e a possibilidade real de ganhar títulos. Eu gosto de ganhar.
O que você prefere sonhar primeiro: Olimpíada ou Copa do Mundo? O que vier. Com trabalho e com a cabeça no lugar, dá para chegar na Seleção.
Um título do Galo que te marcou de alguma forma? A campanha do Brasileiro de 2021 e a Supercopa contra o Flamengo, principalmente pela quantidade de pênaltis. Aquilo ficou na memória.









































