Coluna do Fla
·14 de agosto de 2026
VÍDEO | A reação inusitada de torcedor do Cruzeiro com dancinha de Paquetá em gol do Flamengo

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·14 de agosto de 2026

Quando o Cruzeiro abriu o placar, Arroyo comemorou com dancinha. No empate do Flamengo, Lucas Paquetá devolveu na mesma moeda, fazendo a famosa ‘jogadinha’. Porém, a celebração do camisa 20 não caiu bem entre os torcedores do time mineiro. Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra a indignação com a ‘quebrada de ombrinho’ do cria.
“Ah, filho da p… Vai tomar no…, seus filhos da… Vai se f… Que vacilo, gol do Paquetá, desgraçado. Ele ainda vem dançar na minha frente, filho da p…”, disse o torcedor, que filmava o gramado enquanto o meia do Flamengo fazia a festa no Mineirão.
O Flamengo perdia por 1 a 0 no Mineirão, pelo embate de ida das oitavas de final da Copa Libertadores da América. Aos 21 minutos, Ayrton Lucas cobrou falta na área, e Léo Ortiz cabeceou na trave. No rebote, Lucas Paquetá estufou as redes e saiu para o abraço.
Em um primeiro momento, Paquetá olhou para a direção à torcida do Cruzeiro, abriu a mão e depois fechou, uma espécie de sinal pedindo “calma” ou “silêncio”. Posteriormente, o camisa 20 fez a dancinha, gerando revolta nos torcedores cruzeirenses.
Após o jogo, Paquetá foi abordado pela equipe de reportagem da Conmebol. Como de costume em jogos da Libertadores, quem marca gol pode escolher uma música. No entanto, o meia recusou o pedido, pregando respeito ao adversário e mantendo o foco para a sequência da competição.
“O que? Não tem música, não. Trabalhar, trabalhar e trabalhar”, disse Lucas Paquetá, na zona mista do Mineirão, após o jogo da última quarta-feira (12). O meia entrou apenas no segundo tempo, já que ainda está sem ritmo de jogo após lesão na última Copa do Mundo, com a Seleção Brasileirão.
Com Lucas Paquetá à disposição, o Flamengo enfrenta o Cruzeiro na próxima quarta-feira (19), no Maracanã, pela volta das oitavas de final. Antes, porém, o Mais Querido volta a campo no Brasileirão. No domingo (16), o adversário será o Mirassol, no Estádio Maião.
— Quem com dança fere, com dancinha será ferido. O Arroyo dançou de lá, nenhum jogador foi tirar satisfação. Paquetá dançou de cá, e o mesmo aconteceu. Futebol é isso aí: provocações, brincadeira e jogo limpo. Os xingamentos dos mineiros são normais e, até certo ponto, engraçados —, opinou Pedro Paulo Catonho, jornalista do Coluna do Fla.







































