Jornal do Fla
·15 de setembro de 2026
Viña agradece Flamengo e detona River Plate ao ser apresentado pelo Cruzeiro

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·15 de setembro de 2026

Matías Viña ainda pertence ao Flamengo, mas agora está emprestado ao Cruzeiro. O time mineiro traz o lateral-esquerdo de volta ao Brasil após um período complicado no River Plate.
“Daqui a pouco vou explicar nas minhas redes tudo o que aconteceu. Mas quero agradecer a torcida do River e a instituição. Mas a discussão minha, o que aconteceu, foi sobre o contrato lá. Sempre fui profissional por lá também. Fui até goleiro, sempre que o time precisou eu estive à disposição. Não comecei da melhor maneira, mas minha fase foi muito boa depois, tanto que fui para a Copa”, inicia.
Apresentado pelo Cruzeiro nesta terça-feira (15), Matías Viña chega a agradecer ao Flamengo por ter feito de tudo para tirá-lo daquela situação difícil. O jogador ficou afastado, mas o River Plate também não aceitava as condições para liberar o atleta.
“Ninguém lá me falou nada da situação que veio a acontecer depois. E depois todas as travas que colocaram para eu sair. Eu estava à disposição para rescindir o contrato para voltar ao Brasil. Também agradeço ao Flamengo, que sempre esteve à disposição para resolver essa situação que vivi lá, que foi muito ruim. Mas o River não aceitava muitas coisas, não se colocava de acordo com o Flamengo e eu não conseguia sair de lá”, comenta.
O River Plate decidiu não comprar o jogador em defintiivo, mas se atingisse a meta prevista em contrato, seria obrigado a efetuar a compra.
Por isso, o clube afastou Viña para não ter que comprá-lo. Ele critica a forma como foi tratado e diz que o clube só precisava aceitar as condições opara deixá-lo ir.
“Eles, pessoas que não estão a altura da instituição… Era uma conversa, falar, ‘não vamos te comprar, você não pode chegar aos 50% dos minutos’. Era só falar isso e aceitar condições para eu sair de boa, e não me tratar como me trataram lá por dois meses”, continua.
Por fim, Matías Viña conta como se sentiu diante da situação.
“Foram dois meses difíceis. Não tinha fisioterapia, academia, nada, tive que treinar em casa e fazer uma rotina. Aí você vê o profissionalismo. Não falo do clube, mas da gente que é responsável. Não tive uma conversa com ninguém. Eu respeito a todas as decisões, nunca falei nada. Não quero expor o clube, é um grande clube. Mas não merece o que a diretoria está fazendo por lá”, completa.
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