Jogada10
·29 de junho de 2026
Vini Jr chora após recado da avó e aposta na 'sexta estrela' para o Brasil

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Principal destaque do Brasil na fase de grupos, Vini Jr. se emocionou com um momento de volta às origens durante a Copa do Mundo. Autor de quatro gols na competição até aqui, o atacante recebeu uma mensagem especial da avó e foi às lágrimas ao comentar a relação dos dois.
O camisa 7 da Seleção viveu com dona Nilza até os 16 anos, quando ainda jogava pelas categorias de base do Flamengo. Por isso, se emocionou com a homenagem promovida pela TV Globo, através do apresentador Luciano Huck.
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“(Minha avó) É uma pessoa muito especial porque meu pai sempre morou longe, então sempre tive minha mãe e meus irmãos com minha avó. A casa era pequena, então dormi junto com ela vários dias. Fico sem palavras, ela marcou minha vida. Sei que há o momento das pessoas partirem, então aproveito cada momento com ela. Eles fizeram de tudo para viver meu sonho. Vê-la feliz não tem preço”, disse Vini, de 25 anos.

Dona Nilza manda recado especial para Vini durante a Copa – Foto: Reprodução / TV Globo
Antes de a bola rolar pela segunda fase, nesta segunda-feira (29), às 14h, contra o Japão, o camisa 7 da Seleção mostrou ansiedade com a chance de conquista do hexa. Afinal, já é a sua segunda Copa como titular da Seleção. E elogiou a evolução do grupo do qual faz parte.
“É uma geração que batalha muito para colocar o Brasil no topo. A sexta estrela está demorando muito. Aprendemos muito nesses últimos anos (…) É uma “escadinha”. É essa galera que vem junto com o Ney, e eles marcaram uma geração mesmo sem ganhar a Copa do Mundo porque fizeram grandes coisas nos seus clubes. Eu cresci querendo ser como eles. Rayan e Endrick crescem olhando para mim, Paquetá, Bruno Guimarães… É uma satisfação vê-los tão jovens aqui. Eles estão fazendo algo que poucos jogadores fizeram”, acredita.
Vini já acumula anos sofrendo com o racismo no meio do futebol e na sociedade. Ele reforçou que luta por respeito e para “inspirar jovens negros que não têm voz”. Por sinal, a Fifa criou uma nova regra baseada para prevenir atos como o do argentino Prestianni, do Benfica, que tapou a boca para, supostamente, não ser flagrado usando um termo racismo contra o brasileiro, em fevereiro. Assim, o paraguaio Almirón foi expulso ao fazer o mesmo gesto contra a Turquia, na Copa.
Além disso, o craque admitiu que atravessa ótima forma física e sente-se pronto para liderar o Brasil na Copa.
“Falei antes da competição que estava no meu melhor momento técnica, física e psicologicamente. Trabalhei muito durante a temporada para chegar 100%. Não tive nenhuma lesão, não fiquei fora de nenhum jogo do Real (Madrid) para estar 100% aqui”.
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