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·23 de janeiro de 2026
Vojvoda não se vê ameaçado no Santos e pede paciência: “Não posso mudar tudo da noite para o dia”

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·23 de janeiro de 2026

Depois do empate de 1 a 1 com o Corinthians, pela quarta rodada do Campeonato Paulista, nesta quinta-feira, o técnico Juan Pablo Vojvoda afirmou que não se vê pressionado no Santos. O técnico entende que tem o respaldo da diretoria.
“Não me sinto ameaçado. As pessoas que estão ao meu lado me dão apoio. Talvez do lado de fora há pressão, mas gosto de trabalhar aqui, gosto da exigência e da pressão. Estou preparado. Ano passado sofremos contra o rebaixamento e trabalhamos muito para sair dessa situação difícil”, disse.
O argentino, contratado no final de agosto de 2025, ainda pediu paciência e destacou que o clube vive um processo de reconstrução.
“Não sei se é justo ou não (criticar o trabalho). Todo o clube trabalha para todo dia melhorar. Sabemos das dificuldades do mercado e sabemos que vamos ser cobrados. Sinto que o clube está evoluindo. É um clube grande, um dos maiores do mundo, tenho orgulho de estar aqui, mas passou por dificuldades. Tivemos um 2025 complicado, em 2024 estava na Série B… É construir novamente”, falou.
“É um clube grande. A torcida precisa de alegria. Sabemos. Não posso mudar tudo da noite para o dia. A diretoria está todos os dias ocupada. Estamos juntos nisso. A cobrança sempre vai existir. Se ganharmos de 3 a 0, vou ganhar parabéns, mas vou ouvir críticas. Sempre vai haver algo. Sei que vou ter a cobrança e tenho que estar preparado para responder com rendimentos melhores do que produzimos hoje”, completou.
Vojvoda também analisou o empate com o Corinthians. O treinador admitiu que os mandantes foram abaixo, especialmente no primeiro tempo, mas aprovou a entrega dos jogadores.
“Não estamos felizes. Temos a obrigação de vencer na Vila. Foi um jogo abaixo do que vínhamos produzindo. Estamos em um período de preparação. Quando fiz as trocas no segundo tempo, vi uma melhora, jogando no campo dos rivais e buscamos o empate. O Lautaro estava sendo muito castigado, mas tem que ter personalidade para jogar com um ambiente que todos sabemos. O Zé Ivaldo estava abaixo no primeiro tempo, mas não posso mudar um zagueiro tão cedo. Conversamos com ele no intervalo. Fizemos um jogo abaixo, o esquema de jogo deles nos complicou. Mas vejo algo positivo também. O time seguiu brigando. E a torcida reconhece isso também”, analisou.
Por fim, o técnico comentou o trabalho com Gabigol, autor do gol santista, já nos acréscimos do segundo tempo.
“Ano passado, o Gabriel foi o principal avaliado para ser reforço. Eu precisava de gols e ele tem isso. Peço ao Gabriel que encaixe rapidamente ao esquema de jogos e gols. Ele respondeu com gols já. Mas há outra coisa que ele vai se adaptando também além dos gols. Internamente está muito bem. É uma pessoa que conhece a cidade e conhece tudo”, finalizou.
Com o resultado, o Santos está em nono lugar, com cinco pontos. Os oito primeiros avançam para a segunda fase do Estadual. Os dois últimos são rebaixados.
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