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·03 de março de 2026

Volante do São Paulo deve processar o Corinthians por desfazer negócio

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Volante do São Paulo deve processar o Corinthians por desfazer negócio

A frustrada transferência do volante Alisson, do São Paulo para o Corinthians, no início de 2026, gerou um imbróglio jurídico e administrativo após o clube alvinegro desistir do negócio com as minutas de contrato já trocadas.

Abaixo, os detalhes sobre a situação e a possibilidade de processo:

O Desfecho Negativo e a Possibilidade Jurídica

  • Contrato Encaminhado: O negócio era tratado como certo, com as minutas contratuais trocadas entre os clubes. Alisson chegou a se despedir dos companheiros no São Paulo e visitou o CT Joaquim Grava para conhecer a estrutura do Corinthians.
  • Desistência Unilateral: O Corinthians recuou da contratação alegando falta de fluxo de caixa para pagar R$ 1 milhão à vista pelo empréstimo.
  • Danos ao Atleta: Especialistas e membros da imprensa destacam que Alisson foi “vítima” da situação, tendo sua imagem exposta e sofrendo rejeição de parte da torcida são-paulina, que chegou a estender faixas chamando-o de “traidor”.
  • Expectativa de Direito: Juridicamente, quando uma das partes desiste de um negócio em estágio tão avançado (pós-troca de minutas e assinatura com despedida formal), pode haver margem para processos por danos morais ou quebra de expectativa de direito, embora ainda não haja uma confirmação oficial de que o processo foi protocolado pelo staff do jogador até o momento.

Detalhes do Acordo que “Melou”

  • Valores Envolvidos: O Corinthians pagaria R$ 1,5 milhão pelo empréstimo (R$ 1 milhão à vista e R$ 500 mil parcelados).
  • Cláusulas Adicionais: O contrato previa bonificações por metas de jogos (250 mil euros) e uma multa de R$ 2 milhões caso o volante enfrentasse o São Paulo.
  • Opção de Compra: Estava fixada em 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 15,5 milhões) ao fim do vínculo.
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Situação Atual de Alisson no São Paulo

Após a desistência do Corinthians, Alisson foi reintegrado ao elenco tricolor. O diretor Rui Costa e o técnico Hernán Crespo afirmaram que contam com o jogador, mas reconhecem que ele precisará passar por um processo de “reinserção humana e esportiva” para reconquistar a torcida. Uma virose recente impediu seu retorno aos gramados no final de fevereiro contra o Coritiba.

O São Paulo trata o caso como responsabilidade total da diretoria corintiana e agora o jogador não descarta buscar compensações e pode vencer a ação na Justiça.

Relembre o negócio: A negociação entre o volante Alisson, do São Paulo, e o Corinthians tornou-se um dos capítulos mais conturbados do mercado da bola em 2026, culminando em uma desistência unilateral por parte do clube alvinegro quando o acordo já era considerado sacramentado.

Aqui estão os detalhes do imbróglio que pode parar na justiça:

1. O Acordo que “Melou” no Papel

A transferência estava em estágio tão avançado que as minutas de contrato já haviam sido trocadas entre as diretorias. Alisson chegou a se despedir formalmente de seus companheiros no CT da Barra Funda e visitou as instalações do CT Joaquim Grava para conhecer a estrutura corintiana.

2. Os Motivos da Desistência

O recuo do Corinthians ocorreu de forma inesperada, sob a justificativa de falta de fluxo de caixa para honrar o pagamento imediato de R$ 1 milhão referente à primeira parcela do empréstimo. A decisão gerou indignação na diretoria são-paulina, que vê o rival como responsável direto pelo desgaste da imagem do atleta.

3. Possibilidade de Processo Judicial

Especialistas apontam que Alisson e seu staff possuem elementos para acionar o Corinthians judicialmente. O argumento central seria a quebra de expectativa de direito e danos morais, uma vez que o jogador:

  1. Foi exposto publicamente como reforço do rival.
  2. Sofreu forte rejeição da torcida do São Paulo, sendo chamado de “traidor” em faixas estendidas no MorumBIS.
  3. Teve seu valor de mercado e estabilidade profissional abalados pela condução amadora do negócio.
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