Saudações Tricolores.com
·12 de agosto de 2026
Zubeldía explica barrados contra o Rivadavia e confia na classificação: “Temos bons jogadores para ganhar a Libertadores”

In partnership with
Yahoo sportsSaudações Tricolores.com
·12 de agosto de 2026

Técnico reconhece momento ruim após empate sem gols com o Independiente Rivadavia, explica escolhas táticas no time titular e projeta decisão das oitavas na Argentina.
O Fluminense iniciou a disputa das oitavas de final da Copa Libertadores sob forte pressão. O empate em 0 a 0 com o Independiente Rivadavia, nesta terça-feira, no Maracanã, provocou vaias, gritos de “time sem vergonha” e xingamentos direcionados ao técnico Luis Zubeldía. Na entrevista coletiva, o treinador assumiu a fase delicada da equipe, mas demonstrou convicção na força do elenco para buscar a classificação fora de casa.
— Temos bons jogadores o suficiente para ganhar a Libertadores. Estamos em um momento ruim de resultado e jogo. A última decisão é dos jogadores em campo, e temos bons jogadores — afirmou o comandante argentino.
Mudanças na equipe
Questionado sobre a opção de deixar nomes como Canobbio e Lucho Acosta entre os reservas para iniciar a partida com outra formação ofensiva, Zubeldía explicou a estratégia tática traçada para tentar furar o bloqueio argentino.
— Simples. Sentíamos que, se conseguíssemos fazer as ultrapassagens como aconteceu no primeiro jogo, lembro que fizemos um gol chegando com o Arana, combinando uma série de passes. Então, a presença do Hulk poderia ajudar o Castillo, formando uma dupla de ataque em alguns momentos. Não o tempo todo, porque ele começou pela direita para terminar por dentro, mas poderia ser uma opção com as subidas do Guga e com a posse dos nossos meio-campistas — detalhou. — E por isso digo: tivemos a bola. Apesar de termos cometido erros não forçados na circulação, faltou profundidade, sem dúvida. E, quando falta profundidade, naturalmente os dois atacantes acabam ficando sem opções de gol. Acho que, nesse contexto, o Soteldo esteve bem. Foi quem mais tentou. Acho que foi preciso no jogo, porque partiu para cima, gerou superioridade numérica e tudo mais. Mas faltou a outra parte. Faltou alguma coisa a mais que nós não conseguimos fazer — completou.
Falta de efetividade
O treinador também citou as dificuldades impostas pelo adversário — que já havia enfrentado o Tricolor na fase de grupos da competição — e admitiu os problemas de criação no setor ofensivo.
— Foi muito duro, muito duro. Sabíamos que seria um jogo muito difícil, porque é uma equipe que hoje é a melhor da Argentina em toda a temporada. Já tínhamos enfrentado eles duas vezes e foi duro, como esperávamos. Mas, mesmo nós fazendo um jogo discreto, ruim, como quiserem chamar, tivemos muito a bola, mas com muito pouca efetividade para conseguir incomodar o adversário, principalmente no último terço — explicou. — É jogo de oitavas de final, e realmente é um jogo duro. Já é a terceira vez que jogamos contra eles, e os três jogos foram difíceis — concluiu Zubeldía.







































