Jogada10
·13. Februar 2026
Abel Ferreira volta a criticar arbitragem e aponta “decreto” contra o Palmeiras

In partnership with
Yahoo sportsJogada10
·13. Februar 2026

Abel Ferreira criticou mais uma vez a arbitragem do futebol brasileiro após a vitória do Palmeiras por 3 a 1 diante do Internacional, pelo Brasileirão. O treinador afirmou que vê um “decreto” que nega pênaltis ao Verdão e relembrou um lance polêmico do último Brasileirão: o pênalti não marcado de Allan sobre Tapia em um clássico diante do São Paulo, no Morumbis.
“Quando o Palmeiras perde, parece que as coisas são um pouco diferentes. Parece que tem um decreto que não se pode marcar pênaltis para o Palmeiras. Não entendo isso. Desde aquela gritaria toda, o único pênalti que tivemos foi em casa contra a LDU”, disparou o treinador.
Vale lembrar que, na ocasião, Abel Ferreira afirmou inicialmente que não viu o lance. Depois, contudo, disse que os jogadores envolvidos no lance não disputavam a bola e, por isso, não era pênalti.
“Este ano, no Paulista, tivemos situações de pênalti claro. Nós temos que ser mais exigentes uns com os outros. Arbitragem é muito exigente comigo e está certo. Mas eu exijo também. O Palmeiras e os clubes brasileiros exigem”, prosseguiu o técnico, que levou cartão amarelo diante do Internacional justamente por reclamar de um suposto pênalti não marcado sobre Vitor Roque. O lance aconteceu no primeiro tempo do jogo, aos 15 minutos.
“Na minha opinião, tivemos um pênalti claro no (Vitor) Roque. Não é uma crítica, é uma constatação: desde a gritaria com o São Paulo, o Palmeiras não teve mais nenhum pênalti (em campeonatos nacionais). O toque é claro”, concluiu.

Gustavo Gómez comemora o primeiro gol do Palmeiras sobre o Internacional – Foto: Fabio Menotti / Palmeiras
Na mesma coletiva, Abel Ferreira fez um “pedido” curioso para a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e incluiu o nome da TV Globo, uma das quatro detentoras de direitos de transmissão do campeonato. O técnico “desafiou” ambas a mudar os horários dos jogos no país e justificou.
“Se me permitem, quero fazer mais um pedido: se a CBF puder, com carinho e atenção, pedir para à Globo que faça os jogos mais cedo, para que eu não chegue em casa às quatro da manhã. Não vivemos em um país, vivemos em um continente, temos que viajar muito e daqui a três dias jogamos de novo. Se a Globo quer ver os melhores jogares em ação, temos que criar condições para isso”, disse o treinador.
“É uma das lutas que devemos ter, a CBF já entendeu a necessidade de reduzir o número dos jogos. Agora a necessidade de termos atenção aos horários. Se vamos jogar contra o Remo e após dois dias temos jogo, como vou recuperar a equipe? Então faço esse desafio à organização do futebol brasileiro”, concluiu o técnico.
Vale lembrar, no entanto, que os direitos de transmissão do Brasileirão são divididos entre várias empresas, em várias plataformas. A Globo e a Record transmitem o torneio na TV aberta; o SporTV transmite na TV paga; a CazéTV e a GETV mostram os jogos no YouTube; e o Prime Video exibe os jogos no streaming (foi o caso de Internacional x Palmeiras).









































