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·15. März 2026
As declarações de Varandas após a reeleição: «Não vou dormir eufórico»

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·15. März 2026

Frederico Varandas foi este sábado reeleito presidente do Sporting, avançando para um terceiro mandato depois de contar com 89,47 por cento dos votos dos sócios leoninos. Após a confirmação, o dirigente fez declarações e respondeu a perguntas.
«A primeira palavra vai para o concorrente Bruno Sá, que entendeu candidatar-se. Sai derrotado, mas quando se vem à luta, nunca se perde. Tentou trazer ideias. A segunda é para os sócios, que vivem uma das fazes mais felizes da sua história. Estas eleições mostraram que querem manter o rumo iniciado em 2018. Muito orgulho, muita responsabilidade, mas acima de tudo humildade de termos vencido com este resultado expressivo. Vencer com 90 ou 51%, a responsabilidade é a mesma. A nossa humildade tem de ser a mesma e a missão também.»
Mais sócios a votar em si: «Tem a ver com um trabalho de oito anos, mas também com o facto de existirem mais sócios que votam. A responsabilidade é a mesma. Não vou dormir eufórico. Lembro-me de, há oito anos, estar lá fora, ver gente ao meu lado muito feliz e eu já focado na missão.»
Futuro de Rui Borges: «Não vamos misturar assuntos. Recebemos um voto de confiança, é sinal da vitalidade e saúde do Sporting. É preciso recuar muito tempo para encontrar uma direção com 12 anos de mandato e isto é uma premissa fundamental para o nosso sucesso. Os sócios hoje sentem que somos um clube estável. Não fomos durante décadas.»
Dossiê mais urgente: «Quando nos decidimos recandidatar não foi a pensar em nenhuma renovação. Iniciámos um processo de requalificação do nosso património, de investimento, serão três anos extremamente exigentes para cumprir, um game changer, mas que vamos cumprir. Em 2029 teremos um Alvalade simplesmente fantástico.»
O que muda: «Tenho duas prioridades. Títulos e crescer no número de sócios, mas para isso, precisamos de crescer em vários setores, como o património, melhorar a experiência do adepto, aumentar a receita e, assim, poder investir.»
Sensações a nível pessoal: «Profundamente cansado, com o acumular da semana. Até o discurso teve de ser mais tarde... Não pensamos no Frederico nem na memória dele. Pensamos, sim, naquilo que fica entre 2018 e 2030.»









































