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·9. April 2026

Dominguez explica time misto, destaca aspecto mental do elenco e afirma: “Assumo toda esta responsabilidade”

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O Atlético viajou até a Venezuela para encarar o Puerto Cabello pela estreia da fase de grupos da Copa Sul-Americana 2026. O jogo aconteceu na virada da noite de ontem (08), para hoje, e o clube mineiro saiu derrotado por 2 a 1, em um jogo com time misto e grandes críticas da torcida.

Além dos torcedores, as críticas vieram também do treinador Eduardo Dominguez, que participou da coletiva de imprensa após o fim do duelo, e falou sobre o resultado.


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“Acredito que é muito difícil explicar o que aconteceu. Temos que tomar a responsabilidade que nos cabe. Assumo toda esta responsabilidade. Pela equipe que colocamos, com jogadores de seleção, jogadores de hierarquia. Individualmente, tínhamos uma melhor equipe, mas não demonstramos. Temos conversado com tantas partidas e viagens que todos terão oportunidades. É fácil dizer que quem está fora tem que jogar. Foi a primeira partida e temos que ter tranquilidade. Foi a viagem mais longa, então na sequência vamos seguir trabalhando. Não só os jogadores que entraram em campo são responsáveis, somos todos. Mas sei que a hierarquia que nós temos e a do rival – que fez um grande jogo, que nos fez sofrer em todas as transições -… De novo: é tomar isso com tranquilidade, analisar bem, falar com os jogadores. Falar não somente com os que jogaram, mas também os que não participaram, porque realmente necessitamos de todos. De todos. O que não jogou não está isento de culpa, porque como se encarou este jogo sabendo que não ia jogar?”, indagou Barba.

O comandante falou também sobre a opção pelo time misto fora de casa e destacou a preservação de alguns atletas que ficaram em Belo Horizonte.

Jogamos mal e temos de reconhecer. Cada um de nós tem de tomar as responsabilidades que nos cabem. Minha opção foi colocar um time misto, com jogadores da seleção e outros de acordo com a igualdade individual, mas a equipe não jogou bem. Quem estiver fora do time precisa estar tranquilo. No próximo partida, teremos de ter calma e concentração. Vamos seguir trabalhando. O importante não é como você cai, mas como você se levanta, mesmo forte nesta situação. É fácil dizer que quem está fora tem que jogar, mas após esta partida, precisamos ter tranquilidade. Agora precisamos trabalhar duro. Você joga da forma que você treina. Todos representam o Atlético, quem está aqui e quem não está, incluindo aqueles que ficaram em Belo Horizonte. Não somos apenas os jogadores que entraram em campo hoje.

Por fim, Eduardo falou sobre a parte mental do elenco alvinegro, destacando a retomada de confiança e avaliou o duelo contra o Santos, pelo Brasileirão, como principal oportunidade de retomada do time no caminho das vitorias.

“Igualar a parte mental é a maior dificuldade, porque sem querer algum jogador assume que o importante é outra competição e não esta partida. E todas as partidas são importantes, porque todas te colocam e te tiram do time. Se você está jogando este jogo pensando no sábado, é provável que não jogue no sábado, porque vai desempenhar mal hoje. Aconteceu isso? Não sei. Não sei. Como esteve do lado de fora? Esteve com o telefone ou presente, onde todos precisamos em um jogo difícil? Como esteve esse jogador? É fácil depois cair em quem jogou. Eu tenho que revisar tudo, com tranquilidade. Não podemos ficar loucos. Um tropeço não é queda, e temos que pisar forte para o que vem. Mas de novo: o que vamos fazer com isso? É sobre como teremos de nos levantar para o sábado (contra o Santos), como vamos nos levantar para começar essa competição na nossa casa, com a nossa gente, com o apoio que recebemos deles. Temos que jogar para eles, outra vez.

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