Gazeta Esportiva.com
·13. April 2026
Palmeiras reclama de pênalti não marcado em Sosa no Derby e cobra VAR

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O clássico entre Corinthians e Palmeiras terminou empatado no último domingo, mas as polêmicas seguem dando o que falar. Nesta segunda-feira, o Verdão reclamou de um pênalti não marcado no atacante Ramón Sosa e cobrou explicações da arbitragem de vídeo, comandada pelo gaúcho Daniel Nobre Bins.
“Por que o VAR não recomendou a marcação do pênalti neste lance?”, questionou o clube em publicação nas redes sociais.
O lance em questão aconteceu por volta dos 16 minutos do segundo tempo. Allan inicia a jogada, tira a marcação e cruza para o meio. O zagueiro Gabriel Paulista se antecipou para afastar a bola e dividiu com Sosa. Ambos caíram na pequena área e os jogadores do Palmeiras pediram pênalti, mas o árbitro Flávio Rodrigues de Souza mandou o jogo seguir.
A reclamação do Palmeiras vem horas após o questionamento de Marcelo Paz, diretor de futebol do Corinthians. O executivo criticou a não intervenção do VAR em um lance já na reta final da partida, quando Breno Bidon teria sido supostamente atingido por uma cotovelada de Flaco López.
O clássico entre Corinthians e Palmeiras terminou empatado sem gols, na Neo Química Arena, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Derby chamou a atenção por duas expulsões do lado alvinegro: André, por gesto obsceno, e Matheuzinho, por conduta violenta com Flaco López.
O duelo também ficou marcado pela confusão na saída para os vestiários após o apito final. Palmeiras e Corinthians trocaram acusações de agressão nos bastidores. O Verdão alega que Luighi teria sido agredido por um funcionário do Timão, enquanto o time alvinegro diz que Gabriel Paulista e Breno Bidon teriam sido atacados por seguranças do rival.
Na súmula, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza registrou um “tumulto generalizado” após o clássico e citou um empurrão em Luighi. Conforme relatado pelo juiz, a arbitragem tomou conhecimento da confusão já no vestiário através do delegado da partida Rogério Menezes Lopes. Além disso, o árbitro pontuou que “não houve agressão direta a atletas das duas equipes”.
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