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·20 March 2026

A covardia que nos derrota: Entre a omissão técnica e as escolhas inexplicáveis

Article image:A covardia que nos derrota: Entre a omissão técnica e as escolhas inexplicáveis

Já falei sobre isto aqui algumas vezes: o principal problema não é perder, é a forma como se perde. Do jeito que esses caras entram em campo fora de casa, realmente não vamos ganhar de ninguém. Hoje é isso mesmo. Já comecei com o pé na porta. Que nada. Passamos a semana animados com a promessa, pelo menos no campo das expectativas, de uma partida equilibrada fora de casa. A vitória não era garantia, porém, em relação ao desempenho, esperávamos um diferencial. O Vitória faz questão de se omitir. É incrível. O Grêmio pressionou porque era sua obrigação, mas também pelo fato de o Vitória sequer dizer um “opa, estou aqui, viu”. E teve chance. O problema é que, quando recuperávamos a bola, não tínhamos ideia, opções etc. Vai fazer o que com a bola no pé? Entregar rapidamente para o rival, é óbvio. E com isso você só diz uma coisa: venha e ganhe o jogo. Parece que os próprios atletas não entendem o potencial que têm. Esquecem ou não sabem que estão jogando no Vitória. Acorda, minha rapaziada! Vocês precisam, no mínimo, mostrar para o outro time que podem ganhar a partida também. Além disso, se tem um aspecto que me incomoda de forma absurda é a bola parada. Nós já estávamos chegando pouco (quase nada, para não dizer nada) e, quando temos a oportunidade com escanteios, fazemos as piores escolhas. Nosso melhor batedor de bola parada é Erick, você gostando ou não, contudo, no momento do esquinado, quem cobra? Ramon. Aí vamos para o outro lado, quem bate? Matheuzinho vai para a bola e rola para Nathan. Por favor, alguém consegue me explicar isso? Estou de coração aberto para entender. Não tinha como dar certo ontem. O Vitória pediu para ser derrotado. E esse papo não gira em torno daquela conversa fiada de que perdemos para nós mesmos. Não, perdemos para o adversário que foi superior, contudo nós, em nenhum momento, demonstramos vontade de vencer. Isso é inadmissível. Nós não merecemos essa covardia. Avante, meu Leão!

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