Portal dos Dragões
·16 July 2026
André Villas-Boas nunca desistiu de lutar por Cardoso Varela

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A saída de Cardoso Varela do FC Porto, no verão de 2024, tornou-se num dos casos mais controversos da história recente da formação azul e branca. Ainda menor, o extremo deixou o clube em conflito e acabou no Dínamo de Zagreb, depois de passar por uma equipa amadora croata. O processo levou a SAD portista a apresentar uma denúncia junto das instâncias internacionais, por entender que tinham sido contornadas as regras relativas às transferências de menores.
André Villas-Boas mostrou desde cedo a sua revolta com o sucedido. “Foram-lhe vendidos sonhos falsos”, afirmou o presidente do FC Porto, acrescentando que o jovem “acabou por se mudar para um clube amador na Croácia ao abrigo de uma lei de exceção”. Noutra intervenção, o líder dos dragões assegurou que o clube iria lutar “até às últimas consequências” para evitar a repetição de casos semelhantes, alegando que “pessoas com más intenções” tinham explorado a situação em benefício próprio.
Poucos dias antes de ser confirmado o regresso ao FC Porto, Cardoso Varela foi também visado pelo antigo empresário, Andy Bara. Numa entrevista ao portal croata Index, o agente acusou o extremo de indisciplina, afirmando que este faltou a “cinco ou seis treinos” por adormecer e que chegou a danificar o apartamento onde residia, provocando prejuízos estimados em 15 mil euros. Bara apontou ainda esses episódios como motivo para o fim da relação profissional, numa altura em que o jogador já tinha mudado de representante e começado a trabalhar com Pini Zahavi. A família do atleta rejeitou as acusações e classificou-as como uma retaliação do empresário.







































