Portal dos Dragões
·11 July 2026
Ex-empresário arrasa Cardoso Varela: “Faltou a treinos e destruiu um apartamento”

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Andy Bara, antigo empresário de Cardoso Varela, lançou duras críticas ao jovem extremo português, de 17 anos, depois de o jogador ter trocado de representante e passado a integrar a equipa B do Dínamo Zagreb.
Em declarações ao portal croata Index, o agente explicou que decidiu não renovar o contrato de representação.
«O nosso contrato terminou e não lhe propus um novo porque achei que ele não o merecia», começou por dizer.
Bara reconheceu o talento do jogador, mas foi incisivo em relação à sua postura.
«É um grande talento? É. Tem comportamento? Não. Adormeceu em cinco ou seis treinos, avisámo-lo umas 50 vezes. Destruiu o apartamento onde vivia e a reparação custou 15 mil euros. Cheguei a pedir ao proprietário para não tornar isso público», revelou.
O empresário adiantou ainda que o treinador do Dínamo Zagreb tentou por diversas vezes pôr o jogador na ordem.
«Falou com ele mais do que uma vez, mas ele olhava para o chão, não respondia e pensava que ia jogar automaticamente por eu ser o empresário dele. Tem de conquistar o lugar em campo», disse Bara.
O agente acrescentou que Varela chegou «sem estar preparado» à pré-temporada e admitiu que concordou com a decisão de o colocar na equipa B.
«Depois da última conversa sem sucesso, vi que o treinador o tinha colocado na segunda equipa e disse que já não havia alternativa», referiu. Ainda assim, fez questão de sublinhar que continua a acreditar no potencial do português.
«Gostava que fosse vendido por 100 milhões de euros. Continua a ser um enorme talento, mas, neste momento, não merece que eu represente um jogador assim», atirou.
De recordar que Cardoso Varela protagonizou uma polémica saída do FC Porto, no verão de 2024, quando tinha apenas 15 anos. Numa altura em que os dragões procuravam renovar o contrato de formação, o jogador deixou de estar contatável e acabou por rumar para a Croácia, numa mudança que levou o FC Porto a apresentar uma queixa junto da FIFA, alegando um alegado esquema para utilizar um clube croata como «trampolim» para um futuro ingresso num dos principais emblemas europeus.







































