Jogada10
·19 January 2026
Apresentado no Flamengo, Andrew diz que “a ficha ainda não caiu”

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·19 January 2026

O Flamengo apresentou nesta segunda-feira (19/1) seu segundo reforço para a temporada. No CT Ninho do Urubu, o goleiro Andrew deu suas primeiras declarações como jogador rubro-negro. O diretor de futebol do Fla, José Boto, o apresentou, entregando a camisa de número 42 ao atleta, ex-Gil Vicente (POR). O dirigente português, aliás, deu as boas-vindas ao arqueiro de 24 anos.
“Para desejar ao Andrew, depois de cinco anos na minha terra, lá em Portugal, onde conseguiu algumas coisas históricas no Gil Vicente, como a melhor classificação de sempre. É um goleiro que consideramos ter as características que precisamos no nosso estilo de jogo. Te desejo toda a sorte do mundo e que seja muito bem-vindo”, disse o dirigente.

Andrew é o novo goleiro do Flamengo – Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Andrew começou falando sobre o sonho de sua família. Afinal, seus já falecidos pais torciam para o Flamengo, bem como outros parentes seus. Dessa forma, ele revelou estar realizando um sonho.
“Chego hoje ao Flamengo muito feliz e com muita vontade de trabalhar porque eu represento não só apenas o meu sonho, mas o sonho da minha família. Ontem eu estive no Pilar, onde eu fui nascido e criado, e recebi o total apoio das pessoas que me acompanham desde quando eu nasci, desde quando eu comecei meu primeiro passo no futebol. E aquilo mostra que estou aqui hoje representando o Flamengo em primeiro lugar, represento o meu sonho e represento também o sonho de muitas crianças que moram lá no bairro onde eu nasci, então eu fico muito feliz e honrado com isso. Quando o Flamengo apareceu, com o projeto que apareceu, eu fiquei muito feliz com isso. Mas é uma coisa que eu penso até hoje, porque em primeiro lugar a ficha ainda não caiu, sabe?”, disse.
Ele contou que seu irmão, que também é goleiro, foi o responsável por idealizá-lo como arqueiro. Desde então, não trocou mais de posição.
“E tem uma história na minha família, meu irmão também é goleiro, ele que me incentivou a me tornar goleiro. Como toda criança no futebol você tenta outras posições. Um dia ele conversou comigo e falou que eu tinha um bom tamanho bom e podia me tornar um grande goleiro. Eu comecei no futebol assim, na escolinha onde eu nasci, e com o longo do tempo fui desenvolvendo muito gosto e amor pela posição e fico muito feliz com isso”, revelou.

Andrew fala sobre família e briga por titularidade na apresentação ao Flamengo – Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Ainda sobre sua família, Andrew dedicou palavras à sua mãe. Ela, que faleceu após o pai do goleiro, sempre esteve ao seu lado, evitando que ele desistisse do futebol.
“A minha mãe é a pessoa que me incentivou muito e quando eu comecei no futebol já não tinha mais o meu pai presente, ele já havia falecido. E a minha mãe foi a pessoa que me incentivou todo o momento, sempre me deu apoio, nunca me deixou desistir porque passamos por momentos de dificuldade. Ela sempre esteve ali nos apoiando, sempre dando todo o apoio e todas as condições para que eu pudesse trabalhar e desenvolver meu trabalho”, disse.
Perguntado sobre suas características, Andrew optou por ir por outro caminho. Afinal, só poderá mostrá-las quando estiver, de fato, em campo.
“Sobre termos de características, só posso te mostrar quando estiver dentro de campo, porque eu cheguei tem pouco tempo e estou me adaptando ao modelo de jogo que é implementado pelo Filipe Luís junto com o clube. Espero agregar e somar da melhor maneira possível. Tem o Rossi, que joga muito bem com os pés. E durante o tempo desde que eu cheguei nós viemos conversando muito para que possamos enquadrar da melhor maneira de poder ajudar o Flamengo”, contou.
Andrew chega no Flamengo para substituir Matheus Cunha, contratado pelo Cruzeiro. Cunha, porém, realizou apenas cinco jogos na temporada passada, algo que pode se repetir com Andrew caso Rossi mantenha a titularidade intacta. O novo contratado, no entanto, não se incomoda com isso.
“Sobre essa questão do Matheus Cunha, é uma coisa que não está ao meu alcance, aquilo que foi passado fica no passado. O que eu posso dizer é que eu estou aqui para ajudar o Flamengo, da maneira que seja, porque no final de tudo aquilo que mais importa é o Flamengo vencer. Então se vai jogar o jogador A ou B, não sou eu que vou decidir, são questões decididas pelo treinador. E quando você se faz parte do elenco, você tem que estar 100 por cento disposto a ajudar da melhor maneira possível”, finalizou.









































