Portal dos Dragões
·25 March 2026
Depois de um mercado de Verão de sonho, André Villas-Boas e Farioli voltaram a acertar em Dezembro

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O FC Porto mantém-se em prova nas três frentes numa fase em que a temporada entra na sua reta decisiva. Na liderança do campeonato, com mais sete pontos do que Sporting – que ainda tem um jogo em atraso, frente ao Tondela – e Benfica, os dragões de Francesco Farioli ultrapassaram com sucesso um mês de março que se antevia complicado, muito por força de um plantel numeroso e reforçado de forma criteriosa no mercado de inverno.
Se o rendimento de Oskar Pietuszewski fala por si, os contributos de Seko Fofana, Thiago Silva e Terem Moffi também têm dado frutos num FC Porto que tem conseguido manter uma boa regularidade exibicional, apesar das sucessivas mudanças no onze promovidas por Farioli.
Chegado a custo zero, Thiago Silva voltou a um clube que já tinha representado, por empréstimo, e também na equipa B, em 2005. Aos 41 anos, depois de ter concretizado o desejo de regressar ao Fluminense, o experiente central brasileiro aceitou o desafio de Villas-Boas e assinou contrato até ao final da época.
Até agora soma oito jogos de dragão ao peito e tem demonstrado que continua a ser um defesa central muito regular e eficaz nas suas ações, com destaque especial para a estreia frente ao Benfica. Mais recentemente, frente ao Estugarda, no Dragão, cumpriu o jogo 1000 da carreira.
O médio costa-marfinense chegou ao Dragão por empréstimo do Rennes e tem-se revelado uma peça importante, funcionando até como elemento desbloqueador. Marcou frente ao Sporting e ao Sp. Braga – neste último caso garantindo os três pontos – e ainda esteve ligado ao lance que ajudou o FC Porto a bater o Arouca.
Fofana tem alternado entre a titularidade na Liga Europa e o papel de suplente utilizado na I Liga, sendo uma garantia de capacidade física no meio-campo azul e branco.
Cedido até ao final da temporada, a continuidade no Dragão afigura-se, nesta altura, pouco provável devido ao salário que aufere.
É, de longe, o reforço de inverno com maior impacto direto no FC Porto, somando três golos e duas assistências nos primeiros 10 jogos com a camisola portista.
Pietuszewski ultrapassou a desconfiança inicial com exibições muito positivas, afirmando-se como um extremo vertical, capaz de criar desequilíbrios e com forte ligação ao golo.
Nos últimos cinco jogos das competições internas – não está inscrito na Liga Europa – o jovem polaco apenas não fez a diferença na derrota em Alvalade, frente ao Sporting, para a Taça de Portugal.
A fechar o grupo de reforços de inverno surge Terem Moffi, que também tem sido uma solução útil no modelo de Farioli no FC Porto. Com Samu lesionado até ao final da época, a posição mais avançada do ataque tem alternado entre o avançado cedido pelo Nice e Deniz Gul.
Moffi também tem sido opção inicial nos jogos da Liga Europa e marcou na primeira mão dos oitavos de final frente ao Estugarda, depois de já ter estreado a conta pessoal ao fixar o resultado final diante do Arouca.
Por exemplo, o último golo de Gul remonta a 22 de janeiro, ainda antes da chegada de Moffi ao Dragão. Um dado que espelha bem a utilidade do ponta de lança nigeriano na ausência de Samu, o goleador de serviço.
Depois de ter liderado uma grande mudança no plantel no último verão, assumindo o maior investimento da história do FC Porto, Villas-Boas parece ter voltado a acertar na janela de inverno.
Victor Froholdt, Alberto Costa, Gabri Veiga, Borja Sainz, Jan Bednarek, Pablo Rosario e Jakub Kiwior são, neste momento, nomes de destaque no FC Porto.
Por outro lado, Luuk de Jong sofreu uma lesão grave e Dominik Prpic ficou ainda mais limitado com a chegada do veterano Thiago Silva. João Costa é o terceiro guarda-redes da equipa A e vai justificando a confiança sempre que é chamado a intervir pelos bês, enquanto Yann Karamoh parece ter sido o único caso menos feliz, ainda que já tenha alinhado em dois jogos pela equipa principal.









































