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·30 January 2026

Imbatível em casa, traiçoeiro longe dela: o balanço do FC Porto na Liga Europa

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Findada a fase de liga da Europa League, está na altura de olhar para o percurso do FC Porto na prova mencionada, já que os azuis e brancos garantiram, esta quinta-feira, a presença nos oitavos da competição. Assim sendo, os dragões só voltam a competir internacionalmente em março.

O emblema orientado por Francesco Farioli terminou a etapa em questão com cinco vitórias, dois empates e uma derrota, sendo que quatro dos cinco triunfos foram rubricados a jogar no Estádio do Dragão - a fortaleza da formação portista. Por outro lado, jogar fora de casa foi tudo menos tranquilo.


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Aliás, os resultados fora de portas foram bastante negativos para a turma portista, que deixou tudo em aberto à entrada para a última jornada e teve de resolver a passagem - ou não - aos oitavos nos últimos pozinhos da Liga Europa. O desfecho foi, porém, positivo para os lusos, face à reviravolta operada diante dos escoceses.

Com esta premissa em mente, o zerozero decidiu analisar a prestação do FC Porto na Liga Europa - uma competição em que os azuis e brancos nem sempre atuaram na máxima força...

Mais altos do que baixos

O percurso do emblema orientado por Farioli pode ser descrito por diversos e distintos altos e baixos. A jornada europeia dos dragões começou na Áustria, com uma vitória suada - ao cair do pano - frente ao Red Bull Salzburg. Seguiu-se uma vitória caseira confortável diante do Estrela Vermelha, antes da queda frente ao Nottingham Forest.

Esta foi, de resto, a único derrota de FC Porto na competição, já que os portistas ativaram o modo imbatível daí em diante, tendo escapado à derrota em nos cinco jogos seguintes. Esta senda iniciou-se com um empate (1-1) em Utrecht, antes de um triunfo tranquilo na receção ao Nice (3-0).

O duelo frente ao Malmo, diante do FC Porto, também terminou de forma positiva para os portugueses, que empataram em Plzen na jornada seguinte e deixaram tudo em aberto para o derradeiro encontro - frente ao Rangers. No momento de todas as decisões, o FC Porto não tremeu e cumpriu com as suas 'obrigações'.

Rotação q.b. acabou por não alterar desfecho

Foi visível, desde o primeiro jogo, que o principal objetivo de Francesco Farioli prende-se, exclusivamente, com a conquista da I Liga, qa prioridade máxima dos azuis e brancos.

Ora, assim sendo, foi sendo normal assistir, ao longo da prova, a algumas mudanças no onze inicial, sendo que elementos secundários - que procuram, atualmente, somar mais minutos com a camisola principal - tiveram oportunidades, tais como Ángel AlarcónZaidu Sanusi ou Stephen Eustáquio, por exemplo.

Esta opção permitiu que o FC Porto mantivesse as primeiras linhas refrescadas para duelos mais importantes - como os do campeonato português, por exemplo, enfrentado as partidas europeias com tranquilidade. Certo?

Bem, 50/50, pode dizer-se. Todos os jogos disputados em casa terminaram com desfecho positivo, tal como mencionado anteriormente, mas os dragões venceram apenas um dos quatro duelos realizados longe do seu recinto - uma condição que complicou, naturalmente, as contas da prova.

Agora é a doer

A fase de liga ficou, assim, para trás, e teremos FC Porto - e também SC Braga - nas etapas seguintes da prova. Tanto portistas como arsenalistas garantiram a passagem direta aos oitavos, pelo que os dois conjuntos só voltam à ação na Europa em março.

Até lá, muito pode - e deve - ser feito. Se o FC Porto quer sonhar e acreditar com Istambul, importa dar continuidade ao trabalho desenvolvido a nível interno, para que seja possível atacar a fase final da época livre de amarras.

No caminho dos azuis e brancos, são quatro as opções para adversários dos oitavos : Stuttgart (11.º classificado), Ferencváros (12.º classificado), Celtic (21.º classificado) ou Ludogorets (22.º classificado).

Conseguirá o FC Porto replicar o que fez em 2003 e em 2011?

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