Revista Colorada
·23 January 2026
Inter promove mudanças estratégicas e troca vice-presidentes de pastas-chave

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·23 January 2026

O Internacional passa por mais uma etapa de reorganização interna e promove mudanças importantes em seu quadro de vice-presidentes. A reformulação atinge áreas consideradas estratégicas na estrutura administrativa do clube e reforça o movimento da atual gestão em ajustar setores fora de campo, paralelamente ao processo de reformulação do futebol.
Uma das alterações confirmadas é a saída de Ricardo Panela da vice-presidência de Comunicação. Figura conhecida nos bastidores colorados, Panela deixa o cargo em meio a uma reavaliação do modelo adotado pelo clube na relação com imprensa, torcedores e comunicação institucional. A tendência é que o Inter passe a adotar uma linha mais integrada entre marketing, redes sociais e comunicação oficial, buscando maior alinhamento com os objetivos estratégicos da gestão.
Outra mudança relevante ocorre na vice-presidência de Relacionamento Social (RS). Letícia Vieira de Jesus deixa a função, encerrando sua passagem por uma das pastas mais sensíveis do clube, responsável pela relação direta com sócios, conselheiros, torcedores organizados e projetos sociais. Para o lugar, o nome mais cotado — e que deve ser oficializado nos próximos dias — é o de Gabriel Vieira, que já atua nos bastidores do Inter e tem trânsito interno considerado positivo pela direção.
Além disso, o clube prepara uma alteração importante na área de Negócios Estratégicos e Inovação. A vice-presidência deve passar a ser ocupada por Janice Cardoso, nome visto internamente como técnico e alinhado à ideia de modernização da gestão colorada. A pasta é considerada fundamental para ampliar receitas, desenvolver novos projetos comerciais, fortalecer parcerias e explorar modelos inovadores de gestão, especialmente em um cenário de mercado cada vez mais competitivo.
As mudanças acontecem em um momento em que o Inter busca maior estabilidade administrativa e financeira. A atual direção entende que a reorganização das pastas é necessária para dar mais eficiência à gestão, corrigir gargalos internos e preparar o clube para desafios futuros, tanto esportivos quanto institucionais. A troca de nomes também reflete uma tentativa de oxigenar setores que vinham sendo alvo de críticas, principalmente no relacionamento com o torcedor.
Internamente, a avaliação é de que essas mudanças fazem parte de um processo maior, que não deve se encerrar por aqui. Outras pastas podem passar por ajustes ao longo do ano, conforme o desempenho e as necessidades do clube.
Enquanto o futebol segue em evidência, com Gre-Nal, reforços e disputas em campo, o Inter também se movimenta longe dos holofotes, redesenhando sua estrutura de poder. A direção aposta que, com um organograma mais funcional e alinhado, o clube terá melhores condições de sustentar projetos esportivos ambiciosos no médio e longo prazo.








































