Glorioso 1904
·7 July 2026
Mário Branco ilibado! Árbitro do Famalicão - Benfica "mentiu" no seu relatório

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O polémico jogo entre Famalicão e Benfica voltou a marcar a atualidade, desta vez devido à decisão do Conselho de Disciplina relativamente ao árbitro Gustavo Correia. O juiz portuense foi alvo de uma repreensão depois de se concluir que incluiu no relatório oficial factos que não correspondiam à realidade sobre o comportamento do diretor-geral encarnado, Mário Branco, num episódio que gerou forte controvérsia.
, sendo impedido pelos assistentes de recinto desportivo e pela polícia. A mesma versão foi igualmente corroborada pelo delegado da Liga, João Ledo.
Contudo, durante o processo disciplinar, o Conselho de Disciplina analisou as imagens do sistema de videovigilância do Estádio Municipal de Famalicão e chegou a uma conclusão diferente. As gravações demonstraram que Mário Branco nunca se aproximou da equipa de arbitragem nem foi travado por qualquer elemento policial ou assistente de recinto, contrariando uma parte importante do relatório elaborado pelo árbitro.
Perante as imagens, Gustavo Correia reconheceu o erro. O árbitro admitiu que "após visualização das imagens CCTV, se verificou que o agente desportivo Mário Branco não foi um dos elementos afastados pelos elementos da força policial e assistentes de recinto desportivo, admitindo ter incorrido em lapso quanto à sua identificação". O Conselho de Disciplina concluiu, por isso, que o juiz "não atuou com o grau de rigor, exatidão e diligência que lhe era exigível no exercício das suas funções, permitindo que fossem relatados e concretizados factos que vieram a revelar-se desconformes com a realidade objetivamente apurada", aplicando-lhe uma repreensão.
Já João Ledo acabou absolvido. O delegado explicou que elaborou o relatório com base naquilo que observou e também na sua experiência, afirmando que presumiu que Mário Branco se tivesse dirigido ao árbitro porque "quem profere tais expressões injuriosas não pode ficar estático". Apesar de Mário Branco ter cumprido uma suspensão de 25 dias pelos insultos dirigidos ao árbitro, o processo terminou com uma censura formal a Gustavo Correia devido às incorreções identificadas no seu relatório.







































