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·23 January 2026
Rui Borges com os pés assentes na terra: «O campeonato é a nossa Liga dos Campeões»

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·23 January 2026

O Sporting desloca-se ao terreno do Arouca este sábado, às 18h00, num duelo a contar para a 19ª jornada da Liga Portugal Betclic. O treinador leonino, Rui Borges, realizou a habitual conferência de imprensa de antevisão esta sexta-feira, onde analisou o adversário e a semana pós Liga dos Campeões.
Jogadores com os pés assentes na terra: «Contextos diferentes. A exigência será diferente e o adversário vai pedir outras coisas. É tentar mudar esse chip que tanto falamos para as dificuldades do jogo em Arouca, que não terá nada a ver com a Champions. Foram três pontos para outra competição, contra um grande adversário. O jogo com o Arouca vai ser diferente, o campeonato é que é a nossa Liga dos Campeões. Exigência grande, mau tempo, vamos perceber o que o jogo vai pedir. O estado do terreno, se vai chover, se vai estar temporal... São coisas que teremos de ter em conta para nos adaptarmos, mas os campeões são assim, têm de ganhar independentemente das circunstâncias.»
Saída de St. Juste: «Não tenho de justificar nada. Correu bem, foi bicampeão. É desejar-lhe a melhor sorte do mundo. Foi um jogador importante, mas já não é jogador do Sporting.»
Possíveis condições adversas e antevisão: «Espero um jogo difícil. Vai ser algo que vamos ter de perceber mais em cima do jogo. As circunstâncias do jogo, do tempo. É um adversário com uma ideia muito vincada, o seu treinador é fiel a isso e bem, na minha opinião. É uma saída difícil, uma equipa que não sofreu golos nos últimos jogos. E isso dita o crescimento do Arouca ultimamente. Tem ido a um mercado mais específico e acredito que estarão numa fase melhor.»
Estreia de Faye e regressos de Pote e Diomande: «O Faye ainda não sabemos se é possível ou não. Pote e Diomande treinaram hoje e vai ser uma decisão a tomar. Poupados estão eles, que não têm jogado.»
Vitória em Bilbao pode ajudar o Benfica na Champions: «Em relação a esse cenário, o importante é ganhar ao Arouca, que é a nossa Champions. É um jogo, por tudo o que poderá acontecer ou não, dificílimo. Temos de ser capazes de dar resposta. Não estou muito focado no Athletic.»
Consequências no campeonato se avançar na Liga dos Campeões: «São competições diferentes. Claro que sobrecarrega jogar de três em três dias. Temos tido alguns percalços em termos de lesões, mas estão a voltar, tornam o grupo mais coeso e forte. Queremos ter toda a gente disponível e, dentro dessa disponibilidade total, manter a competitividade. Queremos ganhar. Claro que, se me perguntar se queremos ir ganhar a Bilbao, queremos. E podemos nem ficar nos oito primeiros, mas ficar tira-nos dois jogos... E isso ajuda-nos enquanto treinadores porque conseguimos treinar mais de forma normal. E às vezes é necessário, por mais que os jogadores queiram jogar sempre. Mas com o grupo mais capaz e mais disponível, daremos resposta em qualquer jogo.»
Como se prepara um jogo que pode ser na neve: «Não se prepara porque não temos neve. Mas mesmo sem neve, será difícil. Ainda hoje durante o treino choveu torrencialmente. Mas a ambição e o querer ganhar têm de estar acima de tudo o resto. E acho que os jogadores, melhor do que ninguém, sabem que temos de ganhar e queremos muito ganhar, seja com neve, sem neve, com chuva ou sem chuva. E eles adaptam-se bem à exigência, estratégia. Espero, e acredito, que estejam preparados para essa exigência seja com neve, bola cor de laranja, amarela, o que for.»
Oportunidade de chegar ao primeiro lugar: «Claramente que sim, senão mandávamos já as faixas para o primeiro classificado. Continuo a dizer o que já disse, estamos a fazer um grande campeonato. Mas quem vai em primeiro fez uma primeira volta extraordinária. E isso aumenta a nossa exigência. Para sermos novamente campeões, não chega fazer o que fizemos na época passada. Teremos com certeza uma nova oportunidade para sermos campeões. Temos de nos focar no que controlamos. E temos de ter essa noção. Por mais que estejamos a fazer algo bom, não está a chegar. Temos de ir atrás de algo extraordinário.»
Simões ou Morita com o regresso de Hjulmand: «Vou queixar-me mais por tê-los todos do que por não ter... Dá mais dores de cabeça. O Morten é o nosso líder em campo, o capitão, um exemplo para todos. Consegue transportar a equipa, puxá-la para o rumo certo. É importantíssimo. Está num momento extraordinário. Simões e Morita? Fizeram os dois um grande jogo com o PSG. É bom, é sinal que estão todos ligados e à procura das suas oportunidades. E percebem, acima de tudo, que as têm. E têm correspondido. Sabem que, a qualquer momento, podem ser titulares ou suplentes. Mas a confiança da equipa técnica todos a sentem.»
Reforços: «Espero que não saia ninguém, já fico feliz. O resto é focar no que temos, não estou a olhar nem a pensar no mercado. Chegaram dois jogadores até para a mesma posição, dois extremos. E apesar de serem diferentes, de nos darem soluções diferentes do que já tínhamos, é olhar sempre numa perspetiva de futuro. Claro que no atual também, mas mais de futuro, de ajudar no crescimento. Serão jogadores muito valiosos para nós e para o futuro do Sporting.»
Nuno Santos e Ioannidis: «O Nuno acredito que poderá, na próxima semana, começar a treinar com o grupo. Fico muito feliz se acontecer. Tenho quase a certeza que sim. O Ioannidis volto a dizer, é muito do dia-a-dia. Acredito que até ao Nacional possa estar disponível.»








































