Gazeta Esportiva.com
·6 de abril de 2026
Análise: Santos apresenta evolução, mas sofre com falta de criatividade em derrota

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Mesmo com a derrota por 3 a 1 para o Flamengo, o Santos se mostrou mais organizado em campo neste domingo. Na terceira partida de Cuca no comando da equipe, o Peixe evoluiu taticamente, mas sacrificou a criatividade por um sistema defensivo mais encorpado, que acabou sofrendo com dias ruins dos laterais santistas.
Para enfrentar o Rubro-Negro, Cuca apostou em um time mais defensivo, com o zagueiro Zé Ivaldo improvisado na lateral direita, fechando como terceiro zagueiro em alguns momentos e Gabriel Bontempo ocupando a ala direita. Já no meio de campo, Gustavo Henrique e Oliva foram escalados, com Barreal flutuando na frente e Thaciano e Lautaro Díaz na frente.
A escalação trouxe intensidade e vigor para uma marcação forte, impedindo o Flamengo de criar chances com tabelas e toques curtos como de costume. Apesar disso, a equipe carioca achou um caminho pelos lados do campo, já que Zé Ivaldo e Escobar não estavam em seus melhores dias. Tanto que, aos sete minutos, Arrascaeta teve a primeira boa chance de cabeça, em cruzamento de Varela pela direita, jogada que foi muito explorada pelos cariocas.
Apesar da fragilidade pelos lados, o Santos foi bem na marcação na primeira etapa, mas tinha dificuldades para armar jogadas devido à escalação mais focada em intensidade, sem muitos jogadores de refino técnico ou de velocidade, que resultaram em uma equipe que pouco criou até as substituições.
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Na segunda etapa, Lautaro Díaz conseguiu um golaço em contra-ataque para colocar o Santos à frente. No entanto, o Flamengo passou a explorar ainda mais as laterais do Santos, de onde saíram os três gols do Flamengo. O primeiro veio de um cruzamento pela esquerda de Carrascal para Pedro, que venceu Zé Ivaldo para marcar.
Já o pênalti para o segundo gol foi cometido por Escobar, que puxou Arrascaeta após cruzamento que veio do lado direito. Por último, o terceiro gol saiu dos pés de Plata, que veio do lado direito para o meio para dar a assistência a Paquetá.
A partida demonstrou que, apesar de um elenco curto, o Santos tem capacidade de lutar e apresentou evolução tática, o que vinha sendo um dos problemas da equipe de Vojvoda. No entanto, precisa conseguir variar entre um time compacto e intenso no momento defensivo, como demonstrou neste domingo, e uma equipe criativa e rápida no ataque, algo que ficou em falta, muito pelas ausências de Neymar e Rony.
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