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·6 de mayo de 2026

Andersson valoriza exibição do FC Porto apesar da derrota frente ao Melsungen: “Estou muito orgulhoso da minha equipa”

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Magnus Andersson despediu-se da Liga Europeia com uma vitória que soube a pouco frente ao Melsungen, num desfecho em que o resultado não contou toda a história. O treinador do FC Porto de andebol insistiu na solidez defensiva, valorizou a forma como a equipa competiu e admitiu a frustração por uma eliminação decidida nos pormenores. No balanço de uma noite amarga, deixou uma ideia clara e garantiu: “não se pode olhar apenas para o resultado”.

No fecho da campanha europeia, o discurso de Magnus Andersson oscilou entre a deceção imediata e o orgulho pelo que a equipa apresentou em campo. O técnico manteve uma leitura exigente, mas serena, de um desfecho difícil, sublinhando que, mesmo com a eliminação, ficaram sinais competitivos que impedem uma análise simplista.


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Questionado sobre a vitória frente ao Melsungen que não bastou para manter o FC Porto na Liga Europeia, Andersson fez uma análise global do encontro e da eliminatória. Longe de se ficar pela frieza do resultado final, destacou o comportamento colectivo, a resposta defensiva e o peso dos detalhes num duelo equilibrado.

“A equipa precisava de ganhar, precisava de vencer e, por uma pequena diferença, o golo esteve lá, tão perto, mas não foi possível. É realmente dececionante agora, depois do jogo – estivemos tão perto.”, afirmou. “Fizemos uma boa defesa, jogámos contra uma equipa forte, e em jogos assim, duas vezes por semana, isso conta. A nossa defesa foi incrível e também estivemos bem no ataque. Por isso, não se pode olhar apenas para o resultado, porque o espírito de luta e a forma como jogámos foram bons. Defendemos bem e não houve grandes diferenças entre as equipas. Perdemos o jogo nos detalhes, no resultado final, como já tinha acontecido duas ou três vezes nestes dois jogos. O que nos faltou no fim para seguir em frente foram mesmo pequenos pormenores – e no andebol é assim.”

Na visão do treinador, ficou a imagem de uma equipa capaz de discutir o jogo até ao limite, sem se desorganizar perante a exigência do adversário. A eliminação surge, assim, menos como um colapso e mais como a consequência dura de um confronto resolvido por margens mínimas.

Perante a inevitabilidade da saída das provas europeias, Andersson falou depois de forma directa sobre o impacto emocional do resultado. Reconheceu a dureza do momento, mas fez questão de destacar a atitude competitiva do grupo.

“É assim. É difícil de aceitar, mas temos de o fazer. Estou muito orgulhoso da minha equipa, pela forma como lutou e por ter jogado contra uma equipa da Bundesliga, que está noutro nível.”

É nesta tensão entre a dor da eliminação e o reconhecimento do esforço realizado que fica a marca do discurso do treinador. O adeus não apaga a saída da prova, mas enquadra-a como um desfecho que deixa frustração, sim, ainda que também a convicção de que o FC Porto discutiu a eliminatória até onde os detalhes permitiram.

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