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·15 de enero de 2026

Ao menos 25 serão convocados em Inquérito do Ministério Público aberto no São Paulo

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Ao menos 25 serão convocados em Inquérito do Ministério Público aberto no São Paulo

O Ministério Público abriu um inquérito civil para apurar possível gestão temerária no São Paulo, o que deve levar à oitiva de dezenas de pessoas ligadas ao clube e ao governo, além da análise de documentos financeiros e administrativos recentes. Informação do GE.

O inquérito mira possíveis atos administrativos com potencial de dilapidar o patrimônio do clube, desvio de finalidade, favorecimento de terceiros ou familiares de dirigentes e eventual uso de recursos públicos ou benefícios fiscais de forma irregular.​

A apuração é cível, aberta em 7 de janeiro, com prazo inicial de 30 dias para apresentação de documentos e provas para que o procedimento possa avançar na vara cível.

Paralelamente, há um inquérito criminal na Polícia Civil que investiga Nelson Marques Ferreira, ex-diretor adjunto de futebol, pela abertura de 15 empresas enquanto ocupava cargo no clube (de 2021 até novembro de 2025).​

No mesmo inquérito criminal, também são investigados Julio Casares e seu núcleo familiar, após denúncia anônima indicar possível esquema envolvendo o clube e movimentações financeiras suspeitas.​

A Polícia Civil apura o motivo de depósitos em dinheiro que somam R$ 1,5 milhão nas contas de Julio Casares, presidente do clube.​

Outro ponto é a explicação para 35 saques em contas do São Paulo entre 2021 e 2025, que totalizam R$ 11 milhões, o que levanta dúvida sobre a destinação desses recursos.​

A crise política levou conselheiros a protocolarem, em 23 de dezembro, um pedido de reunião extraordinária para discutir o impeachment de Casares, com 57 assinaturas, incluindo 13 de conselheiros de situação.

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​A sessão para votar a destituição do presidente foi marcada para sexta-feira, às 18h30, no Morumbis, em meio à pressão gerada pelos escândalos e pelas investigações.

Segundo Pedro Lopes do UOL, dezenas de pessoas serão chamadas: De fora do São Paulo: Julio Casares Filho; o agente de jogadores da base Aref Abdulatif; a Junta Comercial de São Paulo; representantes da Galápagos Capital; Adriana Prado e Carolina Cassemiro, citadas no caso do camarote; a Osten Group, que cedeu carros a dirigentes, e sua ex-funcionária Erika Amigo; Leandro Safatle, diretor presidente da Anvisa; o médico Eduardo Rauen; Silvia Grecco, da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência; Samir Xaud, presidente da CBF; Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da FPF.

Do São Paulo (além de Muricy, Rui e Carlomagno): presidente Julio Casares; o diretor executivo de finanças Sérgio Pimenta; o diretor de compliance Roberto Armelin; o diretor social Antonio Donizeti Gonçalves; o presidente do conselho fiscal Pedro Sansão Leite; o presidente do conselho deliberativo Olten Ayres de Abreu Júnior; o ex-diretor de futebol Carlos Belmonte; o diretor afastado Douglas Schwartzmann; a diretora afastada Mara Casares; quem estiver na coordenação do departamento médico (não há nomeação); um representante do jurídico.

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