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·1 de abril de 2026

Atuações ENM: Brasil vence a Croácia com eficiência e boas respostas individuais; veja as notas

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Na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, nesta terça-feira (31), o Brasil apresentou uma atuação mais consistente em relação à derrota para a França e conseguiu transformar momentos de equilíbrio em vantagem no placar.

Ainda que sem domínio absoluto durante toda a partida, a seleção mostrou maior capacidade de decisão e contou com boas respostas individuais, especialmente em momentos-chave.


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O goleiro Bento foi exigido em diferentes momentos, principalmente no primeiro tempo, quando realizou defesa em cabeçada perigosa após cobrança de falta. Além disso, teve tranquilidade nas finalizações de média distância reforçam sua atuação sólida.

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Porém, no lance do gol adversário, realizou uma saída insegura, e acabou ficando no meio do caminho.

No sistema defensivo, Marquinhos liderou a linha com cortes importantes, principalmente nos minutos finais, enquanto Léo Pereira teve desempenho discreto, mas eficiente.

Ibañez, enquanto esteve em campo, contribuiu com interceptações e bloqueios relevantes, sem comprometer. Já Douglas Santos apareceu bem tanto defensivamente quanto no apoio, participando de jogadas pelo lado esquerdo e mantendo regularidade até ser substituído.

No meio-campo, Casemiro teve participação ativa, alternando bons momentos com algumas decisões menos precisas, sendo importante na recuperação de bola, chegando a participar diretamente da construção de uma das principais chances do primeiro tempo, além de presença constante nas bolas aéreas. Apesar disso, o cartão amarelo e alguns erros de passe reduzem a avaliação geral.

Danilo, por sua vez, teve atuação decisiva: além de participar da construção ofensiva, apareceu como elemento surpresa para abrir o placar, coroando uma atuação consistente e participativa.

Matheus Cunha foi um dos nomes mais influentes do setor ofensivo, atuando com mobilidade e criando oportunidades. Ele finalizou com perigo e ainda foi responsável pela pré-assistência no primeiro gol, com um passe de longa distância que quebrou a defesa adversária. Sua leitura de jogo e capacidade de acelerar as transições foram diferenciais importantes.

Pelos lados, Luiz Henrique manteve o nível que já vinha apresentando, sendo participativo, buscando o jogo, sofrendo faltas e criando desequilíbrios com dribles, incluindo lances individuais que levantaram o nível técnico da equipe.

Vinícius Júnior teve atuação mais discreta do que se espera, embora tenha sido importante na jogada do primeiro gol, ao conduzir bem a bola antes da assistência final. Ainda assim, faltou maior protagonismo ao longo da partida.

No comando de ataque, João Pedro teve oportunidades, mas sem grande impacto, participando da movimentação ofensiva, mas não conseguiu transformar presença em efetividade.

Entre os que entraram, Igor Thiago mostrou personalidade ao assumir a responsabilidade da cobrança de pênalti e converter com tranquilidade em um momento de pressão, recolocando o Brasil em vantagem.

Gabriel Martinelli foi outro destaque, marcando um belo gol para sacramentar o resultado. Endrick também teve participação importante, contribuindo diretamente na jogada do terceiro gol com arrancada e assistência.

Outros nomes que entraram tiveram participações mais pontuais, como Rayan, que ainda conseguiu finalizar com perigo em uma das poucas ações, e Danilo (lateral), que ajudou na saída de bola em momento de pressão adversária.

No geral, a atuação brasileira mostrou evolução em relação ao jogo anterior. Sem grande brilho coletivo constante, mas com mais eficiência e respostas individuais melhores, a equipe conseguiu controlar os momentos decisivos e construir um resultado positivo diante de um adversário competitivo.

Notas individuais baseadas na análise:

Bento – 6,3

Marquinhos – 7,0

Léo Pereira – 6,8

Ibañez – 6,7

Douglas Santos – 6,5

Casemiro – 6,8

Danilo – 8,0

Matheus Cunha – 8,2

Luiz Henrique – 7,5

João Pedro – 6,3

Vinícius Júnior – 7,0

Entraram:

Danilo (lateral) – 6,2

Fabinho – 6,0

Igor Thiago – 7,5

Gabriel Martinelli – 8,0

Kaká Bruno – 6,0

Andrey Santos – 6,3

Endrick – 7,5

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