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·16 de abril de 2026

Bastidores: Roger Machado, Rui Costa, Massis e pressão política

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O São Paulo vive um clima de “tudo ou nada” em torno de Roger Machado. Segundo bastidores dentro do clube, o técnico vive limite da aceitação. O que era antes vista como margem para construção passou a parecer tempo de tolerância, e essa mudança de tom incomoda tanto o treinador quanto quem está ao seu lado. Roger Machado sente a pressão.

Dentro da comissão técnica, há um sentimento de que o trabalho está sendo feito, mas o resultado do campo, somado à pressão externa, acaba minando o clima interno. O estafe de Roger sabe que o ambiente não é neutro: cada derrota, cada jogo sem brilho, é encarado como um passo a menos de confiança, e não como parte de um processo em construção. O peso disso se espalha para os bastidores, onde a diretoria também começa a sentir o chão balançar.

O cenário se complica com a saída de Dorival Júnior do Corinthians. Ao ficar livre no mercado, o nome do treinador volta a aparecer com força no São Paulo, não como hipótese vaga, mas como referência concreta. O time sabe disso, os dirigentes sabem, e a torcida já antecipa o debate. O período de Dorival, que culminou com a Copa do Brasil de 2023, ainda ecoa como um momento de identidade e resultado, e isso aumenta a desconfiança em relação ao presente.

Nesse cenário, ganham voz alguns dos conselheiros” que hoje auxiliam a manter a estabilidade. Muitos eram contra as mudanças e ajudaram no apoio. Mas há limites para eles e não se limitam a torcer ou comentar: atuam ativamente, cobrando decisões, questionando o trabalho e movimentando o discurso interno. Para eles, a saída de Roger Machado é algo a já ser estudado e planejado. O assunto é intenso e uma derrota para o Vasco já criará uma situação de pura instabilidade. O Morumbi vazio, lesões e mau desempenho somam.

Por outro lado, a diretoria oficialmente tenta blindar Roger. O recado oficial é de apoio, de confiança no projeto, de necessidade de continuidade. O discurso é claro: o técnico precisa de tempo, o futebol e os resultados devem ser julgados com mais calma. Mesmo assim, ninguém esconde que o clima dentro do clube é delicado. O presidente Harry Massis, que já chega em uma fase de apostas importantes, é alvo direto de críticas e cobranças, principalmente vindas de manter Rui Costa. Uma opção seria derrubar Rui Costa e deixar Roger sem escudo. O tempo se encarregaria.

O embate entre o discurso oficial e o clima interno cria um cenário de transição. O São Paulo sustenta publicamente o atual técnico, mas o mercado de treinadores, especialmente com Dorival livre, é um território fluido e imprevisível. O nome do técnico é um pedido de muitos na torcida; é um projeto em potencial, que fica em aberto enquanto a torre de Roger Machado ainda está em pé, mas claramente trincada.

Para o torcedor, o resultado é um cenário de incerteza. O time sente o peso da derrota contra o Vitória, mas também vê atenuar a vitória sobre o O’Higgins. Roger Machado precisa de vitórias consistentes, de um futebol que ganhe o coração da torcida, e de um ambiente interno que o proteja da pressão política. Só resultados o darão isso e ele sabia quando chegou, não dá pra se vitimizar e fingir ingenuidade e vitimismo. Trabalhe e renda. isso vai calar qualquer pressão e crítica.

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