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·1 de abril de 2026
Martim Fernandes: “Não há titulares nem azia no balneário”

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Em entrevista exclusiva a O Jogo, o lateral Martim Fernandes traçou um retrato otimista do momento do FC Porto a entrar na fase decisiva da temporada, com três frentes em disputa — Campeonato, Taça de Portugal e Liga Europa.
O defesa destacou a solidez do grupo como um dos principais trunfos da equipa, sublinhando que eventuais conflitos são resolvidos de imediato e sem resquícios. “Se temos de resolver um problema, resolvemos na hora e ficamos amigos de imediato”, afirmou, garantindo que o espírito de coesão se sente dentro e fora do relvado.
Sobre a influência de Francesco Farioli, Martim reconhece uma mudança clara na cultura de trabalho — maior intensidade nos treinos, maior exigência em cada ação — e considera que o técnico italiano devolveu ao clube uma mística que estava em falta. Elogiou ainda a gestão inteligente do plantel, que alterna jogadores entre Liga Europa e Campeonato sem criar hierarquias fixas. Para o lateral, é precisamente essa ausência de titulares inamovíveis que mantém o ambiente saudável e toda a gente motivada.
A convivência entre juventude e experiência surge como outro fator diferenciador. Martim elegeu Jan Bednarek como exemplo máximo dessa liderança silenciosa, descrevendo-o como “um pai e um patrão” — alguém que impõe respeito e transmite confiança aos jogadores mais jovens. Jogar ao lado de um central dessa envergadura, diz, é “um alívio” que liberta os laterais para arriscarem mais.
Quanto à reta final, o jogador não foge ao desafio: entrar em campo para ganhar, seja na Europa ou no campeonato, independentemente de qualquer gestão de vantagens na tabela.









































