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·1 de enero de 2026
Pinotti diz que votará pelo impeachment de Casares, se o presidente for culpado nas investigações

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Pinotti diz que votará pelo impeachment de Casares, se o presidente for culpado nas investigações
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Vinicius Pinotti falou sobre o momento do SPFC e processo de impeachment de Julio Casares que será votado. Veja a transcrição de uma parte sobre o tema:
“As assinaturas foram colhidas, 57 assinaturas, o protocolo foi feito do pedido de impeachment do presidente Casares. Agora tem um tempo aí de 50 dias, né, pra passar pela comissão de édica e ir à votação.
E aí, para ir à votação, são precisos 170 votos pra que seja confirmado o impeachment do presidente Casares. Na tua opinião hoje, qual seria o teu voto? Você é a favor do impeachment do presidente Casares como são paulino, já que você está dizendo que está preocupado, não aguenta mais ver a tua filha chorando, como são paulino e conselheiro. Você vota hoje a favor do impeachment do presidente Casares? O Prédio, você falou bem que tem um processo vindo pela frente, tá? É um rito aí.
E isso vai ter que ser elucidado com o tempo. Se as coisas caminharem como estão caminhando e se aproximarem do presidente, e o presidente não se defender ou não trouxer à luz a verdade, a posição dele, se ele participou, não participou, o que é, eu sou a favor, é homem. Quando eu digo que as pessoas precisam colocar o São Paulo acima de tudo, precisam colocar o São Paulo acima de tudo.
Então, eu mesmo disse ao presidente que eu achava que não tinha muito jeito, não. Ele enxerga isso ainda, uma mudança, mas eu não enxergo. E o São Paulo está sangrando, eu estou olhando aqui para o São Paulo, tá? Não estou falando de política, não estou falando de sucessão, não estou falando, eu estou falando de São Paulo.
Se a saída do presidente é o melhor nesse momento para o São Paulo parar de sangrar, tem que sair. Então, assim, eu também ainda, mas ao mesmo tempo, quero ver muita coisa acontecer aí, eu quero, por isso que eu cobrei aqui, eu já falei antes, nós estamos de velocidade, estamos de velocidade, porque, assim, ali no áudio, por exemplo, vamos dar o benefício da dúvida de que o presidente realmente é inocente, que ele ali, ele não sabia de nada. Então, existe essa possibilidade.
Pode ser, ele falou, nossa, eu estou incompetente e não vi nada mesmo, ele estava muito próximo de mim. Ué, você vai olhar na prática, na teoria, na teoria, isso pode existir. Então, é o mais provável? Não sei, a gente precisa ver o que vai acontecer.
Agora, a minha posição é que nós precisamos olhar para o São Paulo Futebol Clube, as pessoas que olham só para o seu umbigo, para o seu CPF, nós precisamos olhar para a instituição, a instituição está sangrando. Então, quem tiver que se afastar, que se afaste, entendeu? O São Paulo precisa voltar a respirar. Agora, o que vai ser daqui para frente, como seria, tal, é outra coisa.
E eu sou, mais uma vez, o defensor dos ritos, tem que se defender no âmbito correto, da forma correta, tem que dar oportunidade de defesa. Agora, daqui até lá, vamos ver como é que vai ser esse processo, porque esse processo vai correr no Conselho de Ética, o Conselho de Ética vai ter que apurar muito mais, você tem uma confissão de culpa no áudio, que até onde eu sei, não foi questionado sobre a veracidade do áudio. Então, é um fato, o áudio é um fato.
Diferente de outros problemas que nós já tivemos na história, hoje nós temos um fato, o áudio é um fato, existe confissão de culpa no áudio. Ninguém até agora falou que esse áudio foi montado, ou que ele é falso, ou que é isso, Não, ele é direto, ele é bem direto, não tem edição ali, não tem edição. Não tem edição, não tem inteligência artificial, então, contando que o áudio é real, é uma confissão de culpa.
Então, dali para frente, quem estiver atrapalhando o São Paulo, eu, do meu lado, votarei a favor para que saia. Seja quem for, do presidente ao conselheiro, tem que ir embora de São Paulo, entendeu? São Paulo, vou repetir, é um paciente indo para a UTI, a gente precisa salvar esse paciente. E não sou eu, não, o salvador, hein? Fique bem claro, não estou eu me colocando nessa situação, até porque eu já falei aqui, não existe uma única pessoa sozinha hoje que salve o São Paulo.
O São Paulo precisa de um projeto, de muita gente engajada em mudar a estrutura e que tenha uma liderança, óbvio, todo processo tem que ter liderança, mas que tenha uma base de gente remando para o mesmo lado e que o São Paulo volte a ser aquele São Paulo lá atrás. E mais, não adianta trazer solução lá de 2005, 6, 7, 8, que para hoje não serve mais. Nós estamos em 2025 virando para 2026.
Sem dúvida. Daqui a pouco eu vou entrevistar o Dedé Antônio Donizete Gonçalves, que é o diretor do Clube Social do São Paulo, ele apoia bastante o presidente Cazares. Eu te pergunto, o São Paulo tem que separar o social do futebol? O conselheiro José Alexandre Médicis, que botou o dedo na cara do Júlio Cazares, disse para o Cazares renunciar na última reunião do Conselho, nos deu uma entrevista aqui na rádio e disse, ó, o São Paulo ganhou todos os títulos com o social em andamento.
É um argumento. Na sua opinião, tem que separar o Clube Social do futebol? Olha, Péter, o São Paulo é oriundo do Clube Social, né? Essa é uma história, a gente precisa ter muito respeito com o Clube Social e também com o Conselho, tá? Tem pessoas boas no Conselho, como pessoas ruins, como em todo lugar, e o Clube, o São Paulo Futebol Clube é oriundo de Clube e tal, então a gente não pode também aqui querer colocar fogo no Clube, sabe? Mas ao mesmo tempo, hoje, a gente precisa ter uma independência, com certeza, é o primeiro passo, uma independência de gestão e uma independência total, tá? Não é só da boca pra fora, precisa ver operacionalmente como fazer isso, como juridicamente fazer, entendeu? E o Clube Social precisa ter a sua vida independente e hoje, posso te dizer, eu tenho dúvida se o Clube Social se manter sozinho sem o futebol. Nesse último orçamento, por exemplo, que eu votei contra, existe uma previsão pra fazer uma festa junina do tamanho da festa junina do Clube Pinheiros.
O ano passado, o São Paulo teve prejuízo no Clube Social por conta muito da festa junina, então quem paga isso? O futebol. Então, isso não pode mais acontecer, o Clube precisa continuar existindo, tenho respeito pelo sócio, aliás, sou sócio há muito tempo, tenho uma relação com associado de corpo a corpo, inclusive, eu sou um cara lá do Clube, não tenho minha origem lá dentro do Clube, mas há muitos anos frequento dentro do que eu posso, porque, diferente de alguns que vivem no Clube e eu trabalho, né, então eu não tenho muito tempo pra ficar lá militando dentro do Clube, tenho um respeito enorme, mas precisa separar, e eu tenho dúvida se o Clube sobrevive sozinho, então, agora, vamos discutir? Vamos discutir. Agora, pra sair de conversinha, né, eu não aguento mais conversinha, cara, é toda hora é… Ah, vai fazer isso, ah, vai fazer aquilo, ah, vai fazer aquilo, a gente tem que numa hora de tentar parar e fazer, entendeu? Ah, é vontade do Clube fazer esse trabalho, então vamos de forma séria, com parceiros grandes, com transparência, entendeu? E vamos abrir as coisas, e o futebol do São Paulo hoje não pode mais o recurso ser consumido, o São Paulo, eu sou contra a festa junina? Não, eu sou a favor, se eu sou a favor da festa junina, que se pague, eu sou contra o basquete? Não, eu sou a favor do basquete, eu sou a favor do basquete que tem um projeto que se pague, agora, não dá pra consumir dinheiro do futebol, não dá pro Clube Social ter uma festa junina deficitária, não dá pro Clube Social ter alguns negócios ali, que não são inteiramente abertos, então, assim, tem que separar, tem que separar, e todo mundo tem que sobreviver, a gente precisa criar uma nova relação entre o futebol e o Clube Social, e adoro o Clube Social, hein, cara, tem gente legal pra caramba, gente do bem, é um clube que tem uma super energia legal, colado ali no Morumbi, na nossa casa, sabe, o Clube Social faz parte da casa do São Paulo, no São Paulo não existe Morumbi, Clube, um separado do outro fisicamente, eles são colados, você sai da porta de um e entra no outro, isso vai ser pra sempre, nem que saia uma reforma do Morumbi, o Clube vai estar ali, agora, as relações precisam ser reconstruídas, assim como a relação da política com a gestão, e envolve também o Clube Social.
O que você acha de um conselheiro receber 4 ingressos por jogo, 2 por shows, e um sócio torcedor que paga uma fortuna mensalmente, não consegue ir a grandes jogos, porque uma grande parcela dos ingressos é destinada aos uniformizados? Eu sou contra qualquer tipo de ingresso gratuito, eu acho sim que o conselheiro pode ter preferência em ingresso, mas precisa ser cobrado algum valor, isso, lá atrás, eu era da oposição, conversei com outro na primeira eleição dele, ele falou, putz, isso é difícil politicamente e é difícil, então eu sou contra isso, agora, também sou contra essas medidas, às vezes pra aparecer pras pessoas, de lançar manifesto aqui, carta, não sei o que, isso aí não funciona nada, entendeu, isso aí é só pra aparecer, quer mudar, isso aí tá dentro, Prédio, da mudança que a gente precisa fazer estrutural em São Paulo, entendeu, quando eu digo a relação da gestão com a política, entra nisso, entra no conselheiro abrir mão de ter um ingresso gratuito, falou o seguinte, ah, vai ter um ingresso, então paga pelo ingresso, paga, o conselheiro falou assim, ah, não vai ter nada, não, não é não ter nada, ele vai ter a preferência, pô, às vezes o conselheiro, não é fácil assim também não, você tem que fazer as coisas, você tem as suas obrigações e deveriam fazer mais ainda, então, por conta disso, por conta de você estar participando, você tem responsabilidade com o conselheiro, tem exposição, então, falou o seguinte, ah, você vai ter quatro ingressos por jogos, tá bom, vamos estabelecer um valor que vai ter uma respeita pro clube, você vai ter garantido o seu ingresso, você imagina só, pô, não é justo também um jogo, conselheiro tá lá, trabalhando, vamos colocar aqui que todos trabalham, tá, pro Impós do São Paulo, vamos colocar essa base, aí chega na hora de ter um jogo, o conselheiro não consegue o ingresso, pô, aí também não dá, e tem conselheiro com história no São Paulo, que fez muita coisa pelo São Paulo, você tem ex-presidente bom, tem ruim, tem bom, é, uma pessoa de mais idade e tal, você vai pegar, por exemplo, o Fernando Casal de Rei, aí você vai falar, ah, eu não vou dar mais ingresso pro Fernando Casal de Rei, não, isso não, não, isso não, então, ele é conselheiro igual a qualquer um, mas assim, ó, são 260 conselheiros, um ingresso pra cada um pro jogo, qual o problema, isso aí estaria pronto, 260 ingressos, não, pera um pouquinho, aí quem que vai com, por exemplo, com alguma pessoa que precise ir com o filho, que tem mais uma idade? Ah, não, mas aí tem que pagar, ô Pinote, ué.
Não, não, mas eu sou a favor de pagar todos, mesmo esse, todos, eu sou a favor da preferência, você não entendeu, eu sou a favor da, ó, é não deixar a pessoa fora do jogo, mas pagar, não, eu sou a favor, eu acabei de falar, eu sou a favor da receita nova que entra pro clube, qual vai ser o valor? Vamos discutir. Certo. Ah, é o mesmo valor do sócio-torcedor, o mínimo que o sócio-torcedor paga, talvez seja isso, é igual lá a condição, só que o cara tem que ter a preferência, então ele tem preferência, como é no show hoje, quem tem cativa, quem tem cativa tem preferência de comprar um ingresso, vai lá e paga e tem o seu ingresso, tem que ser o mesmo sistema, qual vai ser o valor? Não sei. Então, conselheiro, o senhor tem direito a quatro ingressos por jogo, a dois ingressos por show, a um valor X, o senhor tem até a data tal pra confirmar isso e pode colocar no boleto dele no clube, ele já paga direto na, na contribuição social do que ele é associado, aí você vai tá, o evento, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, Como é que você vê isso?
Se você for presidente um dia, você vai conseguir estirpar isso? Você vai conseguir acabar com essa relação promíscua que sangra os cofres do clube? Olha, Preston, eu, eu acho que a relação precisa mudar, sim É, mas eu não vou ser hipócrita aqui, tá? Eu sou um cara muito transparente, falo o que eu penso, dou a quem doer e é a minha opinião Eu, eu, eu dou valor pra torcida, cara Eu, é, eu e meu irmão, a nossa origem, realmente, a nossa origem é de época bancada A gente já fez loucuras lá atrás pelo São Paulo, até contra a vontade do meu próprio pai, que era muito São Paulino Então eu vivi muito torcida, torcida organizada, eu dou o maior valor pra torcida organizada O lado bom delas, tá? É, todas, todas tem, é, seus problemas e tudo mais Mas o lado bom, eu acho, eu, eu considero a torcida, e aí, junto com o torcedor comum, é óbvio, um dos pilares do clube E essas pessoas, quando querem ajudar, é, até na questão de energia, de acompanhamento do clube e tudo mais Então, assim, eu tenho um respeito profundo pela torcida Mas, ao mesmo tempo, as relações realmente precisam ser, é, no mínimo, mais transparentes Isso eu defendo, tá? É, eu, eu não sei, tá? Se os conselheiros que falaram têm detalhes, eu não tenho, tá? Eu não posso falar sobre o detalhe da relação hoje, é, que o clube tem com a torcida, quem faz isso, como é feito, como é contabilizado Eu não tenho acesso a essas informações Mas eu digo, claro, que a relação precisa ser diferente, ela precisa ser transparente.
O que eu defendo é transparência, sabe? Ah, vai ser criado um plano específico de sócio-torcedor organizado, é, a solução vai ser, não sei Mas a gente precisa, o São Paulo precisa, em todas as áreas, ser remunerado, entendeu? Quanto a casa e tudo mais, eu não sei qual é o negócio, eu não sei se isso, da onde provém E a torcida, ela tem, em todos os clubes, cara, ela tem uma força muito grande de negócio em si sozinha, entendeu? Qualquer torcida de clube grande, cara, tem um poder financeiro e, claro, que tem essa relação do ingresso Mas eles têm outras fontes de renda, hoje, torcida organizada tem patrocínio Tem bet na torcida organizada, patrocinando Eles têm, eles são pessoas, a torcida organizada do São Paulo, hoje, é, tem ali pessoas, cara, que sabem direito a torcida ali com o negócio E isso é uma realidade, eu não ia ficar respondendo Então eles têm outras fontes, então você fala assim, ah, eles fizeram a casa e tal.
Claro que tem, eu não sei qual é exatamente a relação, a gente vê as notícias e tal, não sei Eu sou a favor dessa mudança, de que o São Paulo também seja remunerado, não sei se é, não é, como é Mas assim, também não pode sair amaldiçoando a torcida E aí, quando eu falo torcida, eu falo torcida Eu não tô querendo personalizar isso, tá Porque, tanto o torcedor comum, quanto o torcedor organizado, eles são milhares, são milhões Nós somos 20 milhões de São Paulinos, e somos todos iguais Você vai ter liderança na torcida comum? Vai, tem algumas Tem liderança na rede social de São Paulinos, tem as lideranças das organizadas Tem as duas organizadas, três e tal Então eu estou falando como torcida, porque nem o torcedor comum, nem o torcedor organizado Ele pode ser taxado olhando apenas uma ou duas ou dez lideranças Isso é uma injustiça, então eu falo como torcida O meu maior respeito pela torcida organizada, eu tenho que falar isso Agora as relações precisam realmente serem mais transparentes Isso quem me conhece sabe, minha opinião é essa, mesmo com o respeito máximo que eu tenho E é minha origem de muitos e muitos anos”









































