São Paulo sofre mais do que deveria, mas vence O’Higgins no Morumbi e lidera grupo da Sul-Americana | OneFootball

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·15 de abril de 2026

São Paulo sofre mais do que deveria, mas vence O’Higgins no Morumbi e lidera grupo da Sul-Americana

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Se tornou rotina a gente dizer que analisar o São Paulo de Roger Machado é como falar da fábula do copo: você prefere ver ele meio cheio ou meio vazio?

Pois bem, vamos começar pelo cheio. O Tricolor venceu o O’Higgins por 2 a 0 na noite desta terça-feira (14), no Morumbi, e agora é líder isolado do Grupo C da Copa Sul-Americana.


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Mas, como chegou a hora de falar da metade vazia, o jogo pouco deve influenciar a opinião média do torcedor sobre o trabalho do treinador. Isso porque foi uma noite de extremos.

No primeiro tempo, o Tricolor abriu o placar logo aos 8, em um belo chute de fora da área de Luciano após boa assistência de Calleri. Mas a partir daí, o que se viu nos 45 minutos restante foi deveras preocupante.

Em um 4-2-4 típico, aconteceu o óbvio: o time ficou descompactado. E viu os chilenos dominarem as ações. O período terminou com dez finalizações dos visitantes contra apenas duas dos brasileiros. Espaçado, o São Paulo abusou dos lançamentos, sua única arma ofensiva, e via o adversário ter amplo espaço na intermediária para construir.

E como desgraça pouca é bobagem, Roger ainda viu o único motorzinho do time ligar o sinal de alerta. Aos 34, Marcos Antônio sentiu lesão muscular no superior da coxa direita e precisou ser substituído, saindo de campo com muita dificuldade de andar.

Tudo isso fez o cenário distópico ser criado. O São Paulo vencia, mas saiu para o intervalo vaiado pela torcida, insatisfeita com o rendimento mostrado.

Cada vez envolvido na fervura em torno de seu nome, Roger mudou as coisas na etapa final, recuou os pontas para ajudar na articulação, fixou mais os volantes e conseguiu encaixar melhor o eixo ofensivo. Assim as chances começaram a aparecer. E novamente precisou-se de pouco tempo para ir às redes. Aos 9, após triangulação e tabela envolvente com Luciano e Calleri, Artur recebeu na cara do goleiro e bateu no canto para marcar o seu primeiro gol com a camisa são-paulina.

O gol voltou a dar esperança de uma dinâmica mais agressiva do Tricolor no jogo, mas o efeito rebote do primeiro tempo voltou a aparecer. Tirando o pé e tornando o ritmo mais lento, o São Paulo conseguiu manter certa dominância, mas sem gerar muita efetividade ofensiva. Claro que houve mais um momento de susto, mais precisamente aos 31, quando os chilenos chegaram a marcar, mas o lance foi anulado por falta em Rafael Tolói.

Agora na liderança isolada da chave e ainda invicto, o São Paulo volta a campo na Sul-Americana no dia 28 (terça-feira), contra o Millionarios, na Colômbia, às 21h30 (de Brasília).

Antes disso, contudo, o time segue sua trajetória no Campeonato Brasileiro e vai a São Januário encarar o Vasco, às 18h30 (de Brasília) deste sábado (18).

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