Revista Colorada
·5 avril 2026
Sobre o novo processo aberto contra o Inter no valor de R$ 5 milhões

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·5 avril 2026

A reta final da temporada passada do Internacional foi marcada por muita pressão e alívio somente na última rodada do Brasileirão, quando escapou da zona de rebaixamento. De quebra, o Clube do Povo se envolveu em diversas polêmicas extracampo, principalmente em virtude de declarações de ex-treinadores.
Por conta disso, inclusive, o Colorado está sendo alvo de um processo por parte do “Grupo Arco-Íris”. A organização, que visa defender os direitos da população LGBTQIA+, apontou “práticas discriminatórias” para buscar uma punição não apenas aos personagens envolvidos, como também ao time gaúcho.
O primeiro caso envolve Ramón Díaz. Antes de ser demitido do Internacional, o argentino causou revolta ao afirmar que “o futebol é para homens, não pare meninas”. Pouco depois, através das redes sociais, ele afirmou ter sido mal interpretado, mas o processo contra ele foi mantido.
Depois da saída do argentino, foi a vez de Abel Braga causar polêmica. Logo em sua apresentação, o ídolo afirmou que não queria o elenco treinando de rosa, pois parecia um “time de veado”. Após o ocorrido, ele se desculpou, mas acabou pegando 5 jogos de suspensão, além de multa de R$ 20 mil, justamente após denúncia do “Grupo Arco-Íris” junto ao STJD.
Por fim, a acusação final, envolvendo o Internacional, ocorreu após uma atitude de Alexandro Bernabei. Depois da equipe garantir a permanência na Série A, o argentino arrancou o microfone da mão de uma repórter para rebater críticas sofridas ao longo da temporada.
“A ação é uma virada na estratégia de busca de respostas concretas em termos de reparação por violações de direitos humanos contínuas no ambiente do futebol. As decisões do STJD, em termos reparatórios, não resultam em nada para a sociedade e, especialmente, para a comunidade LGBTQI+, acabando por reforçar a impunidade e a reiteração de práticas violadoras”, explicou Claudio Nascimento, presidente do “Grupo Arco-Íris, ao portal “ge”.
O pedido da organização é por uma série de punições envolvendo o Internacional. A primeira exigência é de uma retratação pública, seguida da promoção de ações educacionais. Por fim, também foi solicitado o pagamento de R$ 5 milhões como indenização por danos morais coletivos.









































