Roberto Martínez: «Nos amigáveis, os resultados não são o mais importante» | OneFootball

Roberto Martínez: «Nos amigáveis, os resultados não são o mais importante» | OneFootball

In partnership with

Yahoo sports
Icon: Zerozero

Zerozero

·5 Juni 2026

Roberto Martínez: «Nos amigáveis, os resultados não são o mais importante»

Gambar artikel:Roberto Martínez: «Nos amigáveis, os resultados não são o mais importante»

O selecionador português, Roberto Martínez, falou à comunicação social em antevisão ao jogo de preparação de amanhã, diante do Chile, e mostrou-se confiante na preparação de Portugal para o Campeonato do Mundo, desvalorizando o resultado do jogo diante do Chile.

As declarações do selecionador nacional:

Frieza e olhar para os números na hora das decisões: «Quando temos de tomar decisões temos de ter um equilíbrio entre tudo o que podemos avaliar. As estatísticas são um aspeto muito importante para medirmos os nossos feelings. A decisão final surge de uma mistura entre o que é subjetivo e objetivo»


Video OneFootball


Preparação para o Mundial: «Há dois blocos importantes. O foco é levar todos os jogadores ao mesmo nível. Este bloco é uma continuação do que fizemos em março, o treinos tiveram intensidade e o grupo está unido. O Chile tem coisas parecidas com a Colômbia, por exemplo. O segundo bloco começa no Mundial, só amanhã teremos os jogadores campeões da europa. Gostamos muito de jogar à frente dos nossos adeptos e estamos entusiasmados.»

Declarações de Scaloni sobre perguntar tudo a Messi: «Trabalhamos de forma diferente. Respeito muito mas trabalhamos de outra forma»

França e Espanha não venceram amigáveis: «Os resultados nos amigáveis não são o mais importante. Temos de ver o que a equipa trabalhou mediante o que fizemos no treino. Vimos por exemplo a França com muitos avançados, acredito que tivessem a experimentar coisas novas. Amanhã, a prioridade não é ganhar o jogo. Queremos fazer tudo para melhorar o nosso jogo. É um jogo que o aspeto individual é mais importante que o final, vamos utilizar as onze substituições»

Ida tardia para os Estados Unidos: «Queríamos ir o mais tarde possível. Trabalhamos o fuso-horário, a altitude e a humidade em Março. Vamos jogar em Houston, num estádio fechado. Aqui podemos fazer trabalho que nos Estados Unidos não conseguiríamos. É o meu terceiro mundial, estamos a utilizar a experiência que temos»

Jogar bem ou jogar mal e ser campeão?: «Se jogarmos bem, estamos mais perto de ganhar. O nosso foco está em jogar bem, mas o mais importante é ganhar. Há muitos aspetos do jogo, o que conseguimos controlar é jogar bem. Mas assinava já ser campeão a jogar mal»

Lesões de Matheus Nunes e João Félix: «No futebol não há nada certo. O Matheus ainda não está em condições, fica de fora amanhã. O João Félix vai treinar e depois do treino vamos tomar uma decisão»

Análise dos adversários do Mundial: «A Colômbia joga muito bem, tem muita clareza no jogo. A RD Congo tem demonstrado muita flexibilidade tática, jogaram numa linha de 5 no último jogo. O Usbequistão tem evoluído muito com o novo treinador, principalmente no aspeto defensivo do jogo»

Regresso dos jogadores do PSG: «No ano passado foram campeões da Europa e ajudaram-nos muito na Liga das Nações. O Nuno Mendes foi o MVP da competição, por exemplo. Tiveram tempo com as famílias, descansaram e vêm com energia para nos ajudar»

Que jogadores vão começar o Mundial: «Sei exatamente o que temos de fazer nos três jogos, mas ainda não sei quem o vai fazer. Temos de ver como os jogadores estão, como trabalham. Tive sete jogos no Mundial de 2018 e percebi que temos de ser flexível. Não podemos ser muito rígidos.»

Lihat jejak penerbit