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·20 Maret 2026

Tetracampeão com a Seleção dispara contra elenco atual: ‘Falta material humano’

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Campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 1994, o ex-volante Mazinho fez uma análise crítica sobre o atual momento da equipe nacional e projetou dificuldades para o técnico Carlo Ancelotti na próxima Copa do Mundo.

Em entrevista ao Globo Esporte, o tetracampeão afirmou que há carência de jogadores em posições fundamentais, o que limita o potencial da equipe.


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Para Mazinho, o futebol brasileiro atravessa um período de escassez de talentos, especialmente em funções historicamente marcantes.

Segundo ele, a ausência de camisas 10, pontas e centroavantes de alto nível evidencia um problema estrutural. “Falta muito jogador, falta muito para melhorar essa seleção”, avaliou.

Apesar do diagnóstico crítico, Mazinho destacou a experiência do treinador italiano Carlo Ancelotti, sua habilidade na gestão de grupo e a tranquilidade no dia a dia como pontos positivos, características que, para ele, podem ajudar a ajustar o ambiente e extrair o máximo possível do elenco disponível.

O ex-volante revelou que, no passado, era contrário à contratação de técnicos estrangeiros para comandar a Seleção, lembrando que os cinco títulos mundiais foram conquistados com treinadores brasileiros, mas mudou de opinião ao observar a evolução do futebol internacional e o nível de preparação dos profissionais que atuam nos principais clubes da Europa.

Nesse sentido, Mazinho fez críticas diretas aos treinadores nacionais, apontando falta de atualização em relação às tendências modernas do jogo, e ressaltou que muitos jogadores brasileiros atuam sob o comando de técnicos como Guardiola, Klopp e o próprio Ancelotti, o que eleva o nível de exigência e evidencia a defasagem no cenário interno.

Ao analisar o elenco atual, o tetracampeão, embora tenha elogiado nomes como Casemiro e Bruno Guimarães pelo desempenho em seus clubes, acredita que falta protagonismo na Seleção, especialmente em momentos decisivos.

Mazinho ainda comparou o estilo de Ancelotti ao de Carlos Alberto Parreira, técnico do Brasil no título de 1994, destacando a serenidade como característica comum entre ambos. Para ele, esse perfil pode ser determinante em um ambiente de alta pressão como o de uma Copa do Mundo.

Por fim, o ex-jogador demonstrou esperança de que a Seleção consiga surpreender no torneio, mesmo sem figurar entre as principais favoritas.

Ele relembrou a campanha de 1994 como exemplo de superação e aposta que, em um cenário de menor expectativa, o Brasil pode encontrar forças para brigar novamente pelo título mundial.

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