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·9 marzo 2026
Abel dispara contra o Flamengo após título do Palmeiras

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·9 marzo 2026

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O que aconteceu: Abel Ferreira usou o título paulista do Palmeiras para defender a continuidade e disparou frase interpretada como recado ao Flamengo.
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Impacto: O troféu reforça o modelo de estabilidade de Leila e blinda ainda mais Abel.
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Próximo passo: O Verdão transforma o título em munição política e confiança para a sequência de 2026.
O Palmeiras campeão paulista em 2026, Abel Ferreira deixou o campo com a taça e com uma frase que pesou quase tanto quanto o troféu. Depois da vitória por 2 a 1 sobre o Novorizontino na volta da final, o técnico afirmou que, “em outro clube”, seria demitido — declaração lida como defesa direta da estabilidade que encontrou com Leila Pereira no Verdão.
O impacto vai além da entrevista. O título encerrou o maior jejum de conquistas da era Abel, recolocou o Palmeiras no topo do Estadual pela 27ª vez e reforçou uma marca que o clube trata como ativo competitivo: manter convicção mesmo sob pressão.
Abel não falou apenas sobre o jogo. A declaração pós-título funcionou como defesa pública do processo e como recado ao futebol brasileiro.
A matéria do Moon BH destacou a frase “Em outro clube, seria demitido” e a conectou ao ambiente recente do Flamengo, onde Filipe Luís deixou o comando dias antes, mesmo após uma goleada por 8 a 0 sobre o Madureira. Em veículos de maior alcance, a sequência dos fatos também foi confirmada: Filipe Luís foi demitido pelo Flamengo poucas horas depois do 8 a 0, e a torcida rubro-negra ainda cantou o nome do treinador após o título carioca do fim de semana.
No caso do Palmeiras, a leitura é cristalina: Abel aproveitou o microfone do campeão para exaltar a blindagem institucional que recebeu. Não foi uma fala solta. Foi posicionamento.
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O Verdão sustentou o treinador quando parte da torcida e da crítica cobrava respostas no começo do ano. Agora, com a taça nas mãos, a permanência vira argumento vencedor.
Leila Pereira valorizou publicamente o trabalho de Abel após a conquista, reforçando o elo entre presidente e treinador no momento em que o futebol brasileiro volta a discutir imediatismo e demissões relâmpago. Esse contexto ajuda a explicar por que a fala do português reverberou tanto: ela contrapõe dois modelos de gestão em um fim de semana de títulos.
Mais do que comemorar um resultado, o Palmeiras vendeu uma ideia. A de que continuidade não é apenas discurso bonito em entrevista — é estratégia de alto rendimento.
Não existe frase forte sem sustentação em campo. E o time deu essa sustentação.
O Palmeiras venceu a ida por 1 a 0 e fechou a decisão com novo triunfo, 2 a 1, em Novo Horizonte, para levantar o Paulistão de 2026. Murilo e Vitor Roque marcaram na final da volta, em uma conquista que encerrou a maior seca de títulos da era Abel Ferreira.
É isso que torna o discurso perigoso para os rivais e valioso para o clube: quando o técnico fala como campeão, a mensagem chega mais funda. A crítica perde volume. A convicção ganha escudo.
Abel não precisou citar nomes para que o subtexto fosse entendido. O calendário falou por ele.
Poucos dias antes, o Flamengo havia trocado de treinador em um movimento que gerou espanto até entre personagens do próprio clube. Depois, já campeão carioca, o presidente Bap afirmou que achava justo Filipe Luís receber medalha, enquanto a torcida rubro-negra cantou o nome do ex-técnico nas arquibancadas. O contraste com o ambiente de respaldo a Abel no Palmeiras tornou a indireta quase inevitável no debate público.
No futebol brasileiro, o contexto vale tanto quanto a frase. E o contexto gritou.
Não. O que existe de confirmado é a frase em defesa da própria permanência e a leitura pública de que o timing remeteu ao caso recente do Flamengo. A associação é interpretativa, não uma citação direta nominal do rival.
Segundo a matéria publicada após a conquista, Abel afirmou que “em outro clube” seria demitido. A fala foi usada como defesa do modelo de continuidade no Palmeiras.
O Verdão foi campeão paulista de 2026 sobre o Novorizontino. Venceu a ida por 1 a 0 e a volta por 2 a 1.
Porque aconteceu logo depois da demissão de Filipe Luís no Flamengo, mesmo após vitória por 8 a 0 sobre o Madureira, e em um fim de semana em que os dois clubes terminaram campeões estaduais. O contraste entre estabilidade e ruptura virou pauta nacional.
Ela fortalece o ambiente político de Abel e Leila, reforça o discurso de projeto e transforma o título em prova prática de que o clube bancou o treinador no momento de maior ruído.
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