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·28 febbraio 2026
Ana Capeta: «Entrar a ganhar pode ditar muito da nossa caminhada»

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·28 febbraio 2026

Portugal continua a preparar o arranque da qualificação para o Mundial 2027. Neste sábado, a porta-voz das Navegadoras, Ana Capeta, falou sobre o seu momento atual, a adaptação ao futebol internacional e a ambição coletiva da Seleção. A avançada rumou recentemente à Juventus, por empréstimo, e já soma dois golos e uma assistência em quatro jogos.
A estreia da Equipa das Quinas está marcada para terça-feira, às 18h45, no Estádio do Futebol Clube de Vizela, frente à Finlândia.
Momento e impacto na Seleção: «É uma fase boa, sim. Estou feliz, a jogar bem, e quero trazer o meu melhor para o espaço da Seleção. É nisso que tenho trabalhado, para que este bom momento no clube também se reflita aqui.»
Expressão «efeito Capeta»: «Ainda não expliquei bem [risos], mas toda a gente já ouviu falar um pouco dessa história. O importante é continuar a ajudar e dar o máximo onde estiver - neste momento, estou totalmente focada na Seleção.»
Grupo de trabalho: «O grupo está muito unido. Os treinos têm corrido bem e acreditamos que, se chegarmos assim ao jogo com a Finlândia, temos tudo para conseguir um bom resultado. É para isso que estamos a trabalhar.»
Mais contribuições para golo na Seleção: «Espero que sim. Trabalho sempre em prol da equipa e, enquanto avançada, quero muito marcar golos. Nem sempre é possível como gostaríamos, mas temos jogado bem e falta apenas concretizar. Estamos a treinar para isso, temos feito muito trabalho no último terço do campo. Acredito que as coisas vão correr bem, que os resultados vão aparecer.»
Entrar a ganhar na qualificação: «É muito importante. Sabemos que a Finlândia tem boas jogadoras a atuar em campeonatos competitivos. Entrar a ganhar pode ditar muito da nossa caminhada. Seria ótimo começar com o pé direito, até pela confiança que isso traria a toda a equipa.»
Maturidade e crescimento no estrangeiro: «Quando saí para o PSV Eindhoven era mais jovem, agora sinto-me uma jogadora mais madura. Jogar fora obriga a adaptar-nos rapidamente a novos estilos e realidades. Isso é benéfico, porque na Seleção enfrentamos adversários muito diferentes e essa capacidade de adaptação é essencial.»
Ajuda de Tatiana Pinto no processo de adaptação: «Ter jogadoras experientes ao nosso lado facilita muito a integração. Há uma boa sintonia dentro do grupo, e isso reflete-se no rendimento coletivo.»
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