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·27 marzo 2026

Artur Santos: Vencedor da Taça dos Campeões Europeus pelo Benfica

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Artur Santos faria hoje 95 anos. Natural de Paço de Arcos, nos arredores de Lisboa, o mítico defesa encarnado chegou ainda adolescente ao Clube. Em 1949/50, a época da conquista benfiquista da Taça Latina, jogou ocasionalmente na equipa de honra, notabilizando-se como titular pela equipa das reservas.

Na época seguinte passou a ser utilizado regularmente na defesa liderada por Félix e ganhou o estatuto de titular indiscutível em 1951/52, que manteve, à exceção de 1957/58, até à penúltima temporada de águia ao peito. 1960/61 haveria de ser de despedida de Artur, após uma brilhante carreira recheada de títulos.


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Representou a as águias em 382 ocasiões (286 em competições oficiais), distribuídas por 12 épocas, capitaneando-a 70 vezes. Começou por alinhar maioritariamente à direita da defesa, com algumas incursões pela esquerda quando necessário. Com a chegada de Otto Glória, em 1954, estabeleceu-se ao centro da linha defensiva, tendo regressado por vezes à direita, nomeadamente na derradeira temporada.

Ajudou o Clube a sagrar-se campeão nacional na época de estreia do saudoso treinador brasileiro, em 1954/55. Viria a ser campeão novamente em 1957, 1960 e 1961, as duas últimas vezes já sob as ordens de Béla Guttmann. Contribuiu ainda para a conquista de cinco Taças de Portugal. E fez parte, como capitão de equipa, da memorável campanha europeia culminada com José Águas a erguer em Berna, pela primeira vez na história do Clube, o troféu da Taça dos Clubes Campeões Europeus.

Mereceu do Benfica a festa de despedida após terminar a carreira de futebolista (partida amigável com o La Chaux de Fonds, da Suíça, em outubro de 1961) e continuou a servir os encarnados enquanto técnico nas camadas jovens. Prosseguiu com a carreira de treinador noutras paragens até que regressou ao Clube, que nunca havia abandonado enquanto adepto e associado, para tão bem o representar através do Sport Lisboa e Saudade, hoje denominado Sport Saudade e Benfica, o bastião das glórias "encarnadas" e da mística benfiquista.

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