Jogada10
·21 marzo 2026
Atuações do Botafogo contra o Bragantino: toca (ou chama) Raul!

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·21 marzo 2026

O cargo do técnico Martín Anselmi, no Botafogo, está salvo. Graças ao gigantesco Raul, nome que se destacou em meio à crise na meta alvinegra. Afinal, ele fechou o gol na vitória do Glorioso sobre o Red Bull Bragantino por 2 a 1, neste sábado, em Bragança Paulista, pela rodada 8 do Campeonato Brasileiro. O Mais Tradicional está, agora, fora da zona de rebaixamento. Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos alvinegros.
RAUL – Pegou confiança com duas ótimas defesas e ficou refém da “linha burra” da zaga do Botafogo no 1-1. Na sequência, saiu bem do gol, fechou o ângulo e voltou a praticar grandes intervenções, duas delas, espetaculares, no fim da segunda etapa. Deixou Linck e Neto no chinelo. Partidaça do terceiro keeper do elenco! – NOTA: 9,0
PONTE – Marcou à distância, permitindo cruzamentos toda hora para o miolo da zaga alvinegra. Com a bola nos pés, fez uma inversão tenebrosa, lance que ilustra como lhe faltam recursos. Mais uma atuação para deixar o torcedor de cabelo em pé – NOTA: 2,0
BARBOZA – A despeito de algumas pixotadas, ganhou duelos no corpo a corpo, cortou alguns centros do time paulista e liderou o time com algumas broncas. No segundo tempo, assim como Raul, vestiu a capa de herói e, na bola parada, desempatou o jogo, cravando o score favorável de 2 a 1 – NOTA: 7,5
FERRARESI – Bem posicionado para cortar alguns cruzamentos rasteiros do adversário e bloquear chutes dos atacantes rivais. Um desempenho mais seguro em relação ao último cotejo. Saiu, com cãibras, no segundo tempo, para a entrada de Justino – NOTA: 6,5
TELLES – Cobrou o pênalti com precisão e abriu o placar. Em seguida, porém, pecou na marcação pelo lado esquerdo da retaguarda do Glorioso. Apareceu pouquíssimo no ataque. Substituído, no intervalo, por Villalba – NOTA: 6,0
DANILO – Um pouco desnorteado nos primeiros momentos do prélio. Errou passes e perdeu bolas na defesa alvinegra. Em contrapartida, ajustou o “pós-perda”, recuperando bolas na frente e combateu da melhor forma. Melhorou, assim, no segundo tempo. Brindou Barboza com a assistência no 1-2. Vai à Seleção Brasileira com moral – NOTA: 6,5
MONTORO – Caiu pela direita e deixou Capixaba com muita liberdade pelo corredor esquerdo do Braga. O Monstrinho vacilou muito, embora tenha acertado um chute na trave. Trocou de lado no segundo tempo, mas não recuperou a criatividade do ano passado. Tem bola para fazer melhor – NOTA: 5,0
SANTI – Irritado facilmente, ganhou um amarelo de graça. Ainda na primeira etapa, quase leva outro cartão idiota e deixa o Glorioso com dez em campo. Sem muita movimentação em campo. Saiu, durante o segundo tempo, para a entrada de Allan – NOTA: 3,0
MARTINS – Super discreto. Apareceu, no fim da etapa inicial, ao finalizar muito mal, para variar. Ajudou, ao menos, na defesa. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Edenilson – NOTA: 4,5
JÚNIOR SANTOS – Impressionante como está longe do ritmo ideal. Praticamente, não tocou na bola e realizou figuração dentro das quatro linhas. Perdeu a vaga para Villalba durante o segundo tempo – NOTA: 1,0
TUCU – Arrumou um pênalti, ainda que esquisito, logo no início do jogo. Sumiu até reaparecer sozinho, para fechar o placar. Mas deixou a marcação chegar. Aquela lentidão irritante de sempre – NOTA: 5,0
VITINHO – Parecia não ter se encontrado como lateral-esquerdo no início. Mas correu, puxou contra-ataques e ainda teve bom desempenho defensivo – NOTA: 6,0
VILLALBA – Muita correria e pouco raciocínio. Às vezes, adiantou muito a bola. Precisa rever esta questão – NOTA: 5,0
ALLAN – Tímido, mas cercou os jogadores do Bragantino e reforçou uma marcação que não estava bem ajustada – NOTA: 5,5
JUSTINO – Fechou bem os espaços e não deu sopa ao azar. Mais um bom jogo para o garoto que tem muita personalidade. Manteve o nível de Ferraresi. Ótima notícia para o Botafogo – NOTA: 6,5
TÉCNICO: MARTÍN ANSELMI – Já deveria ter percebido que insistir em Martins/Ponte é um erro. O Botafogo quase pagou pela marcação frouxa no primeiro tempo. Na volta para o intervalo, porém, a equipe passou menos apuros, sobretudo com as modificações. Raul, no fim, salvou o seu emprego – NOTA: 6,0
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