Jogada10
·19 gennaio 2026
Atuações do Botafogo contra o Sampaio: oscilação e gols evitáveis

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O Botafogo, novamente com o sub-20, perdeu para o Sampaio Corrêa por 2 a 1, de virada, neste domingo (18), em Saquarema, pela rodada 2 desta edição do Campeonato Carioca. Faltou um pouco mais de regularidade à garotada alvinegra. Confira, na sequência, então, como a Coluna do Léo Pereira analisou o desempenho dos alvinegros.
RAUL – Repôs mal algumas bolas, rifou possibilidades de contra-ataque, levou amarelo por cera e não encaixou disparos fracos, principalmente no segundo gol do Sampaio. Nenhuma defesa importante ao longo dos 90 minutos do espetáculo. Irreconhecível em comparação à partida contra a Portuguesa-RJ – NOTA: 3,0
ROGERINHO – Caiu muito nas artimanhas de Otávio, jogador do Sampaio Corrêa que aparecia em seu setor. Deixou, também, um corredor livre para os ataques rivais. Para piorar a atuação desastrosa, chegou de maneira violenta no atacante Potiguar e levou o cartão vermelho direto, deixando o Glorioso com dez em campo. Errou o tempo da bola – NOTA: 0,5
JUSTINO – Sofreu com a bola aérea da equipe anfitriã. Combateu, deu os seus carrinhos. Demonstrou raça e firmeza. Porém, esquentou a cabeça facilmente e ficou vendido em alguns posicionamentos nas bolas atiradas contra a área do Mais Tradicional. Ainda assim, um pouco melhor que o companheiro de zaga – NOTA: 5,0
DANILLO – Teve a chance de rebater a jogada que originou o gol do Sampaio Corrêa e furou de forma grotesca. Desta vez, estava completamente inseguro na retaguarda. Além disso, cedeu muitos espaços aos atacantes rivais – NOTA: 4,0
ABDIAS – Muito tímido no apoio ao ataque. Precisa se soltar mais. Sobe pouquíssimo à frente. Na defesa, mais combativo, porém, sem muito brilho – NOTA: 5,0
VALIM – Cometeu erros bobos, como, por exemplo, o escanteio da virada do adversário. No meio de campo, na hora de ajudar na armação, pecou na distribuição de passes – NOTA: 4,0
MARQUINHOS – Cortou alguns centros do Sampaio. Estava recuado quase como um terceiro zagueiro. Contudo, não teve o mesmo refino da estreia no Estadual. Apenas regular – NOTA: 5,5
JANUÁRIO – Não conseguiu recompor no lado direito da defesa do Alvinegro após a saída de Rogerinho. Jogou, aliás, improvisado por ali após aquela expulsão. Poucas ações produtivas no ataque do Botafogo. O Sampaio explorou muito as suas costas. Saiu, no intervalo, para a entrada de Fortunato – NOTA: 5,5
VALLE – Outro que não repetiu o desempenho da estreia no Campeonato Carioca e não usufruiu do enorme talento. Muita transpiração e pouca inspiração. Muitas vezes, isolado na frente, não teve com quem dialogar e perdeu a bola facilmente. Saiu, na etapa final, para a entrada de Alves – NOTA: 5,0
TOLEDO – Não sentiu o peso da camisa 7. Movimentou-se intensamente para ludibriar a defesa adversária durante 45 minutos. Apareceu na frente do keeper rival e marcou para o Glorioso. Depois, cansou. Um dia antes, ajudou o Botafogo a se classificar na Copinha. Saiu, assim, para a entrada de Fortunato – NOTA: 6,5
IZAQUE – Melhorou em relação ao último embate. Mais participativo com e sem a bola. Prendeu os defensores rivais, ganhou algumas disputas no corpo a corpo e acertou uma “assistência” para Toledo tirar o zero do score. Com um a menos, saiu mais da área. Cedeu a vaga, no segundo tempo, para Matheusinho – NOTA: 6,5
FORTUNATO – Entrou em campo cheio de fôlego. Preencheu o espaço que o Sampaio usava e abusava durante a primeira etapa. Porém, em cima da linha, no bate-rebate do 2-1, poderia ter salvado o Botafogo. No decorrer da partida, ouviu reclamações de Bellão ao não chegar à área adversária – NOTA: 5,5
CAMILO – Reforçou a marcação no meio e teve destaque em alguns desarmes. Mas não conseguiu aparecer à frente como no prélio contra a Lusinha – NOTA: 5,5
MATHEUSINHO – Buscou as jogadas em profundidade e o um contra um, já em momento crítico para o Botafogo. Ao menos, tentou. Chutou de fora da área e quase pegou o goleirão da equipe local desprevenido – NOTA: 6,0
ALVES – Ficou estático, fazendo número na frente – NOTA: 4,0
TÉCNICO: RODRIGO BELLÃO – As Joias do Bairro estão disputando dois torneios ao mesmo tempo e têm crédito. Mas, no embate deste domingo, o técnico não conseguiu oferecer respostas às adversidades. O time, praticamente, parou de jogar cedo, logo após sair na frente. Sofreu a virada em lances bobos. Cansaço pesou – NOTA: 4,5









































