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·23 marzo 2026

Flamengo, com 10, obtém milagre em Itaquera

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O Flamengo fez um jogo em que começou vencendo, mal a bola rolou. Mas não soube ampliar e segurar resultado, atitude covarde, tomou o empate, teve atleta expulso com justiça logo no início da etapa final – Éverton Araújo. Mas conseguiu sair de Itaquera com o 1 a 1, péssimo para os dois clubes. Difícil afirmar qual a incompetência maior.

O Flamengo abriu o placar aos dois minutos, com Lucas Paquetá, após erro comum de Hugo Souza e passe de Pedro. Com súbita vantagem, o time carioca recuou inexplicavelmente, passou a acreditar em contra-ataques, que não acertava, e começou a sofrer pressão. Aos 18, Depay lançou Matheus Bidu, que cruzou para Yuri Alberto empatar. O óbvio aconteceu. O holandês sofreu contusão e foi imediatamente substituído por Garro. O Rubro-Negro não conseguiu jogar mais e o Corinthians virou definitivamente o dono da partida. Um pouco mais de capricho e outro gol seria inevitável. Curiosamente, e assim é o futebol, quem teve a grande chance acabou sendo o Flamengo, nos acréscimos, com voleio de Arrascaeta, que Hugo Souza mandou para escanteio. Mas a equipe paulista foi superior.


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Flamengo no segundo tempo

Ayrton Lucas substituiu Alex Sandro no intervalo. O que se esperava, para a etapa derradeira, é que o Flamengo voltasse para atuar como time gigante. Detalhe: Samuel Lino, uma das piores contratações da história do clube, continuou em campo. Aos sete minutos, Éverton Araújo acertou Breno Bidon com violência, foi expulso, e o que restava de esperança chegou ao fim. Léo Jardim deu uma de Filipe Luis e sacou Arrascaeta, que regressara em bom nível, para lançar La Cruz. Cruzes. E Carrascal entrou na vaga de Samuel Lino. Só assim foi possível notar que estava em campo.

Dorival Jùnior também mexeu, trocando Carrillo por Kayke, para ampliar o poder ofensivo. O Flamengo aceitou definitivamente que o empate poderia ser um excelente resultado. E, outra curiosidade, o Corinthians não aproveitava a vantagem numérica, e o fato de poder colocar homens de frente para decidir. Quem o fez foi o Rubro-Negro, que pôs Wallace Yan, do qual tudo pode se esperar, tirando Pedro. Restando 10 minutos, o time paulista passou a atacar de qualquer forma, e o carioca a despachar a bola para qualquer lado. Tudo que se aguardava é que o que chamam de clássico terminasse, pelo baixo nível e porque, com o empate, o Flamengo pelo menos evitava a derrota. Mas a arbitragem deu 10 minutos de acréscimos…

Aos 49, Gui Negão furou e Rossi fez defesa espetacular em conclusão de Yuri Alberto. Muitas reclamações em campo, a dificuldade para ambas as equipes jogarem, e a coisa não acabava. Aos 52, Matheus Pereira, sem marcação, isolou. Aos 55, o árbitro encerrou o jogo. Alívio geral.

Libertadores Sub-20

Na decisão da competição, Flamengo e Santiago Wanderers, do Chile, fizeram uma partida equilibrada até Alan Santos abrir o placar na metade do segundo tempo.

A partir daí, o técnico Bruno Pivetti, fraquíssimo, jogou o time carioca na defesa, abandonou o ataque, trocou peças ofensivas por defensivas. Com a bola, a equipe chilena tomou conta do jogo, empatou com Sebastian Vargas aos 44, após várias oportunidades desperdiçadas, e venceu nos pênaltis, por 5 a 4, pois o zagueiro João Vitor errou logo a primeira cobrança da série, chutando na trave direita.

Na realidade, o Santiago Wanderers mereceu a conquista do troféu, pois não se entregou, buscou a vitória e foi efetivamente firme quando bateu as penalidades. Na realidade, o Sub-20 do Flamengo é bem fraquinho e chega a ser um milagre ter chegado à final.

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