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·9 maggio 2026
João Henriques sobre Bednarek: “Quando os grupos são fortes…”

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FC Porto campeão: “O FC Porto não é uma equipa relaxada, não é o seu ADN e foi isso que demonstrou durante a época. Apesar de já estar com o título nas mãos, tem ainda objetivos para atingir. Tal como nós, que continuamos atrás daqueles microobjetivos. Da mesma forma que após a descida fomos crescendo, o FC Porto vai manter os seus níveis competitivos e vem cá para vencer e consolidar aquilo que já é uma certeza, um título nas mãos com números extraordinários. O FC Porto vai tentar impor o seu jogo e nós vamos fazer a nossa parte, temos de ser competitivos e fortes nos duelos. O adversário domina muitos indicadores mas a equipa sabe o que tem de fazer. Depois, é futebol, e qualquer resultado pode acontecer.”
Surpreender o FC Porto: “Acredito sempre porque sou otimista e este jogo não foge à regra. É um adversário que temos de respeitar, mas na minha carreira já os defrontei onze vezes, perdi nove, empatei uma e ganhei uma vez. É impossível? Não. O FC Porto está num momento diferente daquele em que defrontámos o Sporting, que vinha de uma sequência complicada, mas agora é diferente. O adversário é da mesma valia, mas está num momento diferente, de euforia, com a confiança máxima porque as coisas correram bem, sem a pressão dos pontos mas apenas dos objetivos internos. Mas independentemente de quem jogar no FC Porto, tenho a certeza absoluta de que será um onze muito forte, porque atualmente não consigo identificar um onze-base, pois tem jogadores para mudar sem se notar e é isso que tem feito durante a época entre o campeonato e a Liga Europa. É difícil identificar um onze-base porque têm capacidade para mudar sem perder qualidade. Nem olho muito para as dinâmicas da equipa, olho para o que é o FC Porto no processo ofensivo e defensivo, para as transições e a bola parada em que são tremendamente eficazes e fortes. Nós temos de estar no máximo, ter um dia a correr muito bem e todos os astros alinhados para superarmos o adversário, que fora só teve dois deslizes, uma derrota e um empate.”
Influência do assalto a Bednarek: “Às vezes, até marca por aspetos positivos, faz com que as pessoas se unam ainda mais em torno de um colega. Nos momentos difíceis, quando os grupos são fortes, como transparece, faz com que se unam à volta do Bednarek e tragam essa aura para dentro do campo. E acredito que, independentemente do episódio, que é desagradável e lamentável, o FC Porto vai estar preparadíssimo e à altura do jogo”
Dignidade até ao fim: “Vamos jogar com respeito pela competição, pelas pessoas que nos apoiam desde o início, pela Vila, pelos adeptos e pelo clube e para isso temos de manter os índices máximos de competitividade, porque temos a responsabilidade de dar continuidade à boa sequência que conseguimos. Faltam dois jogos, difíceis, e queremos continuar a pontuar, a fazer o que nos propusemos desde o início, mas de forma acentuada após a descida de divisão porque temos de ser muito dignos desta liga e terminar a época a mostrar que houve um mero acidente da primeira volta, caso contrário estaríamos a falar de outras coisas. Se olharmos para trás, para os últimos cinco, dez ou quinze jogos, o que fizemos daria para a manutenção num lugar confortável.”
Valorização do plantel: “Temos jogadores para continuar a potenciar. Apesar da má época coletiva, há muito valor individual e esses ativos são importantes para o clube que o coletivo está agora ajudar à sua valorização. Temos vários jogadores que com estes últimos jogos, com esta boa sequência de jogos podem ser ativos importantes nesta transição de uma época para a outra um bom encaixe financeiro, que é também um dos nossos trabalhos. Ultrapassamos duas metas mais duas, atingir as duas dezenas de pontos e aumentar para cinco os jogos consecutivos a pontuar. Queremos terminar desta forma, mesmo sabendo que temos pela frente o FC Porto, campeão nacional e com números incríveis.”
Jogadores que se têm destacado: “Não gosto muito de individualizar, mas jogadores como Devenish, Roni, Tunde e Pedro Lima têm-se destacado. Mas o Paulo Vitor e o RIvas também têm feito boas exibições. O Roni é um jogador de características diferentes dos outros, que nos veio ajudar muito e tem sido muito falado, tal como o Pedro Lima, que marcou em três jornadas consecutivas. O Tunde já igualou números de épocas anteriores, depois de fase de menor evidência devido ao Ramadão . O Gustavo Mendonça, que não tinha muitos minutos, cresceu bastante e ainda vai crescer mais. Também o Diego Duarte e o Neiva evoluíram. O nosso trabalho é dar as melhores condições para que os jogadores se evidenciem.”
Futuro no Aves SAD: “Continuar ou não no clube não é tabu, é uma realidade. Gosto de terminar os trabalhos e depois sentar-me com as pessoas para analisar tudo e definirmos o que é melhor para as duas partes. É isso que vai acontecer. Temos ainda trabalho para concluir. Já ultrapassámos a pontuação da primeira volta, superámos a segunda volta da época anterior e ainda podemos fazer a melhor segunda volta de sempre do Aves SAD na I Liga. Estamos numa fase positiva, numa dinâmica de vitórias e acredito que esta aura pode ser importante para a próxima época.”




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