José Mourinho recorda Silvino: «Foi pesado não estar no funeral e vê-lo no ecrã» | OneFootball

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·21 marzo 2026

José Mourinho recorda Silvino: «Foi pesado não estar no funeral e vê-lo no ecrã»

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Na análise ao triunfo do SL Benfica frente ao Vitória SC, à BTV, José Mourinho dedicou algumas palavras a Luís Pinto, técnico que saiu recentemente de Guimarães, e a Silvino, amigo e antigo parceiro de equipa técnico que faleceu na passada quinta-feira.

«Esperava hoje ter encontrado o Luís Pinto para lhe dar os parabéns por um feito extraordinário. O Vitória SC não ganha títulos todos os anos e o Luís conseguiu isso com grande brilhantismo. Mando-lhe um abraço de treinador experiente para treinador jovem», começou por dizer.


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«Se olharmos para o 3-0 e as oportunidades que tivemos no final, até poderiam ser mais golos. Contudo, acho que o jogo não foi isso. Durante uns vinte minutos na primeira parte, sem nos ameaçar muito, o adversário criou-nos muitos problemas. Foi difícil conseguirmos roubar a bola e ter iniciativa, mérito para eles. O jogo parecia fácil no início, mas o Vitória SC teve uma boa reação.»

«O jogo acaba com o 2-0. Não quero dizer que o resultado é injusto, até pelo nosso volume ofensivo, mas não faz jus ao que o Vitória SC fez», analisou sobre a partida.

Mourinho abordou também a utilização de Enzo Barrenechea no centro da defesa e abriu o coração a falar sobre Silvino.

«O Otamendi foi um campeão em estar no banco e para ajudar em caso de emergência. A dúvida era entre o Gonçalo Oliveira e o Enzo, mas o Gonçalo jogou na quarta-feira em Milão, num campo sintético e com viagem. O Enzo treinou a semana inteira e, posicionalmente, é confortável para ele. Especialmente com bola. Seria difícil se jogássemos em bloco baixo. Fez um ótimo jogo», afirmou.

«A minha mulher disse-me ontem que era difícil de acreditar. Ficam as memórias e ainda é tempo de chorar por ele, mas espero que eu e os muitos amigos dele em Setúbal tenhamos oportunidade de rir muito. Foram 18 anos de trabalho em conjunto. Estar com ele e viver com ele é rir muito. Vamos ter muito tempo para o recordar. É fácil apaixonar-se por ele. Temos de olhar para a família que ficou, os filhos que cresceram connosco. Dar aquela força. Sem conseguir estar no funeral e ver o Silvino no ecrã, foi pesado. Guardo com carinho quando me dizia: "mano, hoje vai correr bem"», confessou.

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