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·25 febbraio 2026

Marquinhos, capitão e peça fundamental da reconstrução defensiva do PSG

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Longe da solidez esperada na partida de ida da repescagem da Liga dos Campeões em Mônaco (vitória do PSG por 3 a 2), a melhor versão do zagueiro brasileiro Marquinhos será necessária nesta quarta-feira para liderar uma defesa que ainda não inspira confiança.

Diante de sua torcida no Parque dos Príncipes, os atuais campeões europeus precisarão que seu capitão esteja no auge físico e mental para, pelo menos, garantir o resultado e evitar uma humilhante eliminação contra o atual oitavo colocado da Ligue 1.


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Algo que não aconteceu na última terça-feira, quando o PSG, sua linha defensiva e o próprio Marquinhos foram uma sombra de si mesmos nos primeiros 20 minutos no Principado.

O ex-jogador do Corinthians e da Roma não ficou isento de responsabilidade pelos dois gols de Folarin Balogun: ele frequentemente chegava atrasado na bola e não foi decisivo o suficiente nos duelos. No segundo tempo, cometeu um possível toque de mão na sua própria área, mas, felizmente para o PSG, o pênalti não foi marcado.

Mas essa atuação decepcionante do jogador de 31 anos não reflete o seu nível de jogo nos últimos meses. Marquinhos se consolidou como um líder sólido durante a segunda metade da temporada passada.

Ele costuma formar um bloco impenetrável com seu alter ego no miolo da defesa, o equatoriano Willian Pacho. O Marquinhos mentalmente frágil de seus primeiros anos em Paris agora parece uma lembrança distante.

E mesmo enfrentando forte concorrência pela posição desde a última janela de transferências europeia com a chegada de Ilya Zabarnyi, o brasileiro manteve as mesmas qualidades de liderança e foi reeleito capitão por seus companheiros.

“Nosso maior líder”

Tanto em campo quanto no vestiário, ele é um dos primeiros a se manifestar quando necessário, e suas palavras são ouvidas com muita atenção pelo elenco parisiense.

Na última terça-feira, após a vitória de virada do PSG, o brasileiro reconheceu os problemas na linha defensiva: “Começamos mal a partida, cometemos alguns erros em duelos, no posicionamento defensivo e na cobertura defensiva”.

“Conseguimos corrigir isso, e depois eles quase não tiveram chances (…), é importante quando cometemos erros falar sobre eles, sermos honestos conosco mesmos, e foi isso que fizemos”, enfatizou o jogador com mais partidas na história do PSG (512).

Seu treinador, Luis Enrique, não hesitou em destacar seu papel: “Ele é um capitão, líder do vestiário. Quando ele não está em campo, não sei quem vai se manifestar, quem vai motivar o time. Estou muito feliz por tê-lo. Ele sempre teve um bom desempenho desde que cheguei aqui”.

“É o nosso maior líder, nos dá confiança, nunca deixa o time relaxar”, afirmou seu companheiro de equipe João Neves.

Com contrato até 2028, o brasileiro – que disputará a Copa do Mundo na América do Norte este ano pela Seleção – ainda tem tempo para levantar um segundo troféu da Liga dos Campeões e estender o reinado europeu de seu clube.

*Com conteúdo da AFP

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