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·3 aprile 2026
Não é como se o Roger falasse chinês, afirma Calleri sobre jeito do técnico falar

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Nesta quarta-feira (1), o São Paulo empatou com o Internacional por 1 a 1, no Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O gol do adversário foi de Alerrandro aos 22 minutos do primeiro tempo, e o do Tricolor foi de Calleri aos 42 minutos do segundo tempo. Calleri vê São Paulo ‘com cara’ de Roger Machado e defende treinador: ‘Não é que ele fala chinês’.
“Roger é um grande treinador. A gente está 100%, a gente treina todo dia, não é que ele (Roger) fala chinês, é um treinador de futebol, tem seu jeito, ele já chega com um trabalho anterior que vinha sendo bem feito também. O Roger colocou sua cara, mexeu no time, trabalhamos muito na semana, fisicamente e na tática, e acho que está faltando o último passe para finalizar melhor.
Nós atacantes temos que nos cobrar um pouco mais, para fazer mais gols. Mas um ponto é melhor que zero. Estamos todos unidos: presidência, jogadores, Rafinha, Rui Costa, o Roger, que é um grande treinador… estamos todos no mesmo caminho porque queremos conquistar coisas muito importantes esse ano.”
De “regra do gatilho da bola rodada para trás” (quando Roger pede para o time pressionar e o adversário sem espaço não consegue quebrar linhas e apenas toca para trás) a “cruzamento de quina” (cruzamento feito com a ponta do pé), Roger coleciona termos técnicos que ganharam mais destaque do que de fato o conteúdo que as palavras ditas pelo treinador expressam em campo.
Sincero, Roger assumiu uma “culpa” caso o torcedor não entenda tal termo e admitiu que todo técnico precisa se adaptar caso a comunicação não seja a mais clara possível. E explicou que tais termos são ditos por ler e estudar bastante sobre o futebol, onde tais elemento estão presentes em livros do esporte.
“O torcedor tem o direito de gostar ou desgostar do treinador, dependendo do seu estilo de jogo ou da forma de comunicação que ele tem. Se o torcedor não compreende, cabe ao treinador se adaptar. E essa é a minha culpa naquele momento ali”.
“Por viver tanto o jogo e ler bastante sobre futebol, saindo do jogo envolvido emocionalmente com a partida, às vezes você esquece de trocar o chip para alinhar a comunicação que você precisa com aquele torcedor, que deseja que o treinador se conecte muito mais com a sua emoção do que com a razão, de uma explicação mais detalhada do todo. Essa é a minha culpa e aceito ela”, completou.









































