Jogada10
·18 febbraio 2026
Samuel Lino comenta pressão no Flamengo e diz: “Maior clube do mundo”

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O atacante Samuel Lino segue em busca de cair de vez nas graças da torcida do Flamengo. E, nesta quarta-feira (18/2), véspera da final da Recopa Sul-Americana, contra o Lanús (ARG), o jogador falou como se sente em relação à pressão no que é, segundo o próprio, o “maior clube do mundo”.
Ex-jogador da base do Fla, o ponta afirmou que tal pressão é ainda maior do que pensava quando era jovem. Para ele, o fato de até torcedores de outros times falarem do Flamengo é a prova de que o clube é o maior.

Samuel Lino segue em busca de se encontrar de vez no Flamengo – Foto: GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO
“É mais do que eu esperava. Porque não é só o torcedor do Flamengo que fala do Flamengo. É o mais querido do mundo, mas também o mais odiado. No Brasil, parece que os outros times não gostam do Flamengo por estar sempre chegando e ganhando. Tem alguma coisa contra. Às vezes o torcedor do outro time que não tem nada a ver fala do Flamengo, dos jogadores. É normal. Mas jogar no maior time do mundo é assim mesmo. Todo mundo vai falar porque é o maior e o melhor”, afirmou, em entrevista divulgada pelo “ge”.
Contratado por R$ 143 milhões junto ao Atlético de Madrid, Samuel Lino transformou-se, à época, na maior contratação da história do Flamengo. Superado por Lucas Paquetá, o jogador admitiu entender as críticas proporcionais ao valor de sua transferência, mas segue se doando 100% ao clube.
“É normal a pressão, a torcida querer falar. Aqui no Brasil é um valor muito alto. Entendo, eles têm razão. Mas da mesma forma que eu comecei e eles falaram muito bem, também podem cobrar, depois voltar a falar bem. Ser a contratação mais cara não pesa tanto, porque quando eu estava em outro clube e não era a contratação mais cara, eu tentava dar o meu melhor igual, 100% de mim em todos os jogos, nos treinos, tudo que tratasse do meu trabalho com o clube. O valor não entra nessa situação. Não tem peso nenhum”, revelou.
Ele seguiu no tópico, relembrando que jogadores de futebol não são “robôs”. Afinal, nem sempre é possível atuar com alto grau de intensidade, visto que muitas vezes os atletas entram em campo com problemas pessoais que não chegam aos torcedores comuns.
“Muitas coisas acontecem e as pessoas não sabem. Não sabem da vida pessoal e muitas coisas. O que aconteceu é que a primeira impressão que deixei foi um caos, de estreia e tudo. Depois veio Libertadores, dois jogos com o Inter. A gente indo bem, eu também indo bem. Depois dei uma baixada nessa intensidade e, quando se joga em um clube tão grande quanto o Flamengo, as pessoas não esperam isso. Se tem um jogo pior ou passa por um momento de três, quatro jogos ruins, a cobrança vem. É normal. Não somos robôs, programados para estar sempre bem todos os dias”, salientou.
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