Jogada10
·29 agosto 2025
Saúl comenta rápida adaptação no Flamengo e exalta parceria com Jorginho

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·29 agosto 2025
Saúl Ñíguez completou um pouco mais de mês como jogador do Flamengo nesta semana e já é peça importante no time do técnico Filipe Luís. Em seis jogos, o meia espanhol chamou atenção, especialmente pela parceria com Jorginho. Além disso, o jogador também falou sobre uma mudança de posição ao longo das partidas.
“Quando você conhece um jogador, sabe suas qualidades e como se move em campo, e o que o treinador pede. O nível da equipe ajuda a fazer o melhor, a maneira associativa da equipe também ajuda a se adaptar. A exigência e a qualidade são muito altas. O grupo é tão bom que ajuda”, respondeu Saúl no Ninho do Urubu, nesta sexta (29).
“Jorginho é um grande jogador, entende o futebol às mil maravilhas. Mas também Allan, Evertton, Vitinho (Victor Hugo) e muita gente que pode jogar pelo meio são de grande nível. O Nico, que está voltando de lesão, buscando ritmo. A competência é muito alta. Apesar das partidas que joguei com o Jorginho pelo meio. Mas nem sempre vamos poder contar com o Jorginho, há que valorizar todos os companheiros”, destacou.
“A convivência é muito boa. Encontrei um grupo unido, que quer representar e de muita competência. É muito positivo e necessário para alcançar os objetivos.”
No momento em que chegou ao Flamengo, havia a expectativa que Saúl atuasse na função de Gerson, pela direita. Contudo, o espanhol se destacou como volante ao lado de Jorginho. Ele revelou que não houve uma conversa sobre o posicionamento com o técnico Filipe Luís, com quem jogou no Atleti.
“Realmente, a primeira conversa que tive com Filipe poderia ser de atuar mais à direita, acima. Ele me conhece, sabe o que posso oferecer à equipe. Estava disponível e preparado. Tive a sorte de atuar em grande nível nessa posição e agora temos que trabalhar para seguir. Não teve uma conversa, na verdade. Sabe que estou à disposição para ajudar em qualquer posição”, afirmou.
Saúl em goleada sobre o Vitória, pelo Brasileirão – Foto: Adriano Fontes/Flamengo
Impressão no primeiro mês: “Muitas coisas. A torcida, pessoalmente, estou muito grato pela apresentação, pelo carinho que recebi, que espero retribuir. O nível do clube. Dos jogadores à estrutura. Um clube gigantesco e estou muito grato e feliz de estar aqui.”
Torcida rubro-negra: “É o mínimo que um estrangeiro tem que fazer, se adaptar à cultura do país, entender a cultura do torcedor e do clube. Estou fazendo aulas de português. Estou tentando me adaptar o mais rápido possível principalmente por minha esposa, que está grávida. Logo teremos mais um flamenguista. O carinho que recebemos é enorme. Estou super agradecido por toda gente do Rio de Janeiro, que está tentando me ajudar. Mas há uma linha que é o meu rendimento em campo. Se domingo vou mal, não sei o que me espera. Sempre vou tentar o melhor possível para que a torcida esteja feliz.”
Calendário: “O futebol brasileiro, o que destaco, é a qualidade das equipes. Não se conhece muito na Europa, mas a qualidade é muito alta. Gosto muito de enfrentar adversários bem treinados. Foi o caso do Mirassol, uma equipe muito bem preparada. O Brasileiro tem que melhorar sobre a grama, principalmente sobre o artificial. O nível de futebol é muito maior. Isso seria um salto qualitativo muito grande para o Campeonato e para atrair gente de fora ao Brasil. Isso não depende de mim”.
Por que jogar no Flamengo?: “A pergunta é realmente: por que não? Por que surpreende às pessoas? Jogadores espanhóis quando temos condições de vir a equipes grandes é sempre bom. Quando recebi o convite do Flamengo, recebi com muito gosto. Chegamos a um acordo muito rápido”.