Revista Colorada
·03 de outubro de 2026
A idolatria de Rochet no Nacional do Uruguai

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Sergio Rochet chegou ao Nacional em junho de 2019, vindo do futebol turco e sem grandes expectativas. A contratação não despertou grande expectativa, mas, pouco mais de um mês depois, Rochet estreou contra o Danubio. E iniciou uma trajetória que o transformaria em um dos maiores ídolos da história recente do clube uruguaio.
Rochet conquistou a titularidade e, com ela, a admiração de uma torcida que o rebatizou como “Chino”. Seu desempenho defensivo consistente e suas intervenções decisivas lhe renderam reconhecimento técnico e transformaram-no em referência de liderança no elenco. Depois, o goleiro recebeu a braçadeira de capitão do Nacional.Pontos-chave
Pontos-chave sobre Sergio Rochet no Nacional
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Chegou ao Nacional em junho de 2019 vindo do futebol turco.
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Estreou contra o Danubio e conquistou a titularidade e a torcida, apelidado de “Chino”.
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Foi capitão do Nacional e referência de liderança no elenco.
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Conquistou oito títulos oficiais em quatro anos no clube, incluindo Campeonatos Uruguaios e Intermedios.
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Em 2022, chegou a 1.064 minutos sem sofrer gols e foi titular da seleção na Copa do Mundo do Catar.
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Disputou 146 partidas pelo clube, com 82 vitórias e 35 empates, e saiu em julho de 2023 rumo ao Internacional.
Durante quatro anos no Gran Parque Central, Rochet foi peça central em oito conquistas oficiais. O Nacional venceu o Clausura e o Campeonato Uruguaio em 2019, conquistou o Intermedio.
E o Campeonato Uruguaio em 2020, levou a Supercopa Uruguaia em 2021 e fechou 2022 com três troféus: Intermedio, Clausura e Campeonato Uruguaio, e esses títulos consolidaram seu prestígio dentro da instituição.
O pico da sua trajetória no clube chegou em 2022. Rochet alcançou a marca de 1.064 minutos consecutivos sem sofrer gols, somando atuações pelo Nacional e pela seleção uruguaia.
No mesmo ano, foi titular da seleção na Copa do Mundo do Catar e liderou o Nacional, como capitão, rumo ao título uruguaio, e essa sequência ampliou sua visibilidade no futebol continental.
O desempenho de Rochet foi reconhecido no Campeonato Uruguaio, e o goleiro foi eleito o melhor da posição por três edições consecutivas, consolidando seu lugar entre os principais atletas da competição.
Uma defesa contra o Peñarol, em clássico vencido pelo Nacional por 3 a 1, foi escolhida como a melhor do ano em levantamento do El Observador. Em 146 partidas pelo clube, Rochet acumulou 82 vitórias e 35 empates, segundo registros da instituição.
Sua despedida, em julho de 2023, foi marcada pela emoção dos dois lados. O goleiro deixou o Nacional como capitão e ídolo, encerrando um ciclo de quatro anos que superou o desempenho técnico e passou a integrar a identidade do clube.
Ao se transferir para o Internacional em 2023, Rochet levou a experiência de goleiro titular da seleção uruguaia e o reconhecimento como ídolo de uma das principais instituições do futebol sul-americano. Deixou no Nacional uma passagem que marcou época e chegou ao Beira-Rio para ser recebido pelos colorados.
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