Revista Colorada
·27 de abril de 2026
A sugestão feita pela torcida “Camisa 12” sobre as mudanças no Celeiro de Ases

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·27 de abril de 2026

Na última semana, após mais um vexame protagonizado pelo time Sub-20 na Série B do Campeonato Brasileiro da categoria, o Internacional decidiu fazer mudanças drásticas no Celeiro de Ases. Além da demissão do técnico Mário Jorge, o Colorado também confirmou os desligamentos de dois dirigentes: Luiz Milano Jr. e Fernando Rech.
Para as vagas abertas, um nome está encaminhado. Trata-se de Carlos Noval, antigo diretor das categorias de base do Flamengo, que deixou o Rio de Janeiro em 2025. O profissional é homem de confiança de Fabinho Soldado, afinal eles trabalharam juntos no Rubro-Negro, que obteve bons resultados na época com a formação de atletas.
Após a definição de um novo diretor geral, o Internacional também deve escolher um dirigente “político”, como manda o estatuto, para ajudar na reformulação da base. Somente depois da confirmação dos dois novos nomes é que o Clube do Povo deve anunciar um novo treinador para o Sub-20. Até lá o time será comandado por Filipe Mattos, atual técnico do Sub-17.
Em meio a esse cenário de dúvidas quanto ao futuro do Celeiro de Ases, uma das principais organizadas do Colorado decidiu se pronunciar. Através das redes sociais, a “Camisa 12” divulgou um comunicado com uma sugestão ao time gaúcho. A possibilidade levantada é de integrar mais ex-jogadores no trabalho realizado no CT de Alvorada.
Confira o comunicado na íntegra:
“Diante das recentes mudanças no CT de Alvorada, é fundamental que quem está assumindo tenha sensibilidade e visão para reavaliar algumas funções dentro do clube.
Hoje, no Beira-Rio, nomes como Hiran e Pinga — ex-atletas com história e vivência dentro do futebol — acabam ocupando cargos que pouco agregam na prática ao dia a dia do clube.
São profissionais que poderiam contribuir muito mais diretamente na formação de novos talentos. Levar esses nomes para a base seria uma decisão inteligente, aproveitando a experiência de quem já viveu o futebol dentro de campo para orientar a nova geração.
O clube precisa otimizar seus recursos humanos, dar função real para quem está dentro e, principalmente, valorizar o conhecimento de quem já vestiu a camisa”.
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