Portal dos Dragões
·04 de fevereiro de 2026
Adeptos do FC Porto não gostaram da derrota mas apoiam Francesco Farioli a 100%

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Depois da derrota frente ao Casa Pia, o universo azul e branco questionou ontem o momento competitivo do FC Porto, um sentimento visível nas redes sociais dos dragões e alimentado pelo desconforto na véspera da receção ao Sporting, que reduziu a vantagem do primeiro classificado de sete para quatro pontos.
Francesco Farioli, apesar do crédito de confiança ganho até aqui, algo salientado por vários adeptos, viu-se no centro das críticas, sobretudo por algumas opções relativas ao onze e pelas substituições efetuadas durante o jogo, destacando-se a não utilização de Rodrigo Mora. A explicação que apresentou – “A ideia era ter tido o Rodrigo em campo, mas tivemos de substituir o Martim devido a uma lesão num pé isso alterou o plano” – não travou as críticas.
Uma das críticas dirigiu-se ao facto de Rodrigo Mora ter características que, com o FC Porto a pressionar constantemente o Casa Pia, poderiam ter ajudado a desorganizar a defesa adversária com a sua técnica e visão de jogo, algo que nenhum dos companheiros em campo conseguiu oferecer de forma eficaz. A opinião ganhou força pelo facto de Froholdt, que acusou sintomas febris e acabou de fora do onze, ter sido preferido como opção de banco para entrar.
Outra decisão contestada foi colocar Jakub Kiwior no banco, depois de ter sido criticada a escolha de o deslocar para a lateral esquerda após a chegada de Thiago Silva. Ao lado do compatriota Jan Bednarek, o internacional polaco vinha a ser elogiado pelas exibições de alto nível e pela solidez que oferecia à defesa do FC Porto, formando uma dupla quase imbatível conhecida como o ‘muro polaco’.
O afastamento de Kiwior do centro da defesa tem sido alvo de reparos e chegou a reavivar entre os portistas o fantasma de 2019, quando o técnico Sérgio Conceição desmontou a dupla Felipe/Éder Militão, então sólida no eixo defensivo do líder FC Porto, para incluir Pepe. Militão foi deslocado para lateral-direito, a retaguarda perdeu estabilidade e o título acabou na Luz.
A derrota em Rio Maior foi a primeira no campeonato e, por si só, não justificaria grande alarme entre os portistas. A preocupação prende-se com o facto de o nível exibicional da equipa ter diminuído no novo ano civil: a produção ofensiva reduziu-se de forma acentuada e, em três dos últimos quatro encontros, os dragões sofreram o primeiro golo, só conseguindo recuperar o resultado no jogo com o Rangers. Por isso, o desfecho do clássico com o Sporting terá naturalmente impacto no futuro.
Ainda assim, os adeptos do FC Porto continuam a apoiar plenamente o treinador, reconhecendo as melhorias substanciais implementadas desde a época passada.
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