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·29 de setembro de 2026
Ancelotti aprova atuação e explica o pênalti cobrado por Vini Júnior

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A seleção brasileira venceu o segundo amistoso contra a Austrália, amenizando a imagem deixada pelo sofrido empate da última sexta-feira, contra o mesmo adversário. Depois da partida, o técnico Carlo Ancelotti avaliou positivamente a apresentação do Brasil, mas evitou relacionar à melhora do time à uma mudança do sistema tático, deixando aberta a decisão de seguir no 4-3-3 ou voltar para o 4-2-4.
"Um bom jogo. Tivemos dificuldades, mas também mostramos boa qualidade de jogo. Começamos bem e depois baixamos um pouco o ritmo. Na segunda parte acho que a equipe reagiu bem, teve um fantástico gol, o terceiro, com fantástica combinação (de passes). Estamos contentes", disse.
"Acho que não é o momento para dizer qual é o melhor sistema. Acho que temos, em geral, uma qualidade de jogadores de onde podemos seguir trabalhando o sistema do primeiro jogo. A verdade é que agora não temos muita produção de jovens meio-campistas. Por isso Breno (Bidon), Gabriel (Bontempo), que jogou hoje, vamos olhar para eles e ver se outros jovens podem mostrar sua qualidade no meio de campo. Mas, a linha é muito clara. Vamos seguir com as duas linhas. Sistema com os quatro na frente, sistema com os três meio-campistas", explicou.
O Brasil volta a jogar neste sábado (03), contra a Índia, em Calcutá, a partir das 11h (de Brasília). Este será o terceiro e último compromisso da seleção na "super data Fifa", encarando um adversário mais frágil, mas com uma torcida que reverencia demais o futebol brasileiro.
"A melhor maneira (de agradecer) é apresentar um jogo bonito da seleção brasileira, tentar fazer um jogo bonito, tentar seguir com a ideia clara de progressão dos jovens que estão tomando este momento. Não é um exame, para ver como são. São muito bons e precisam aproveitar esta oportunidade. Repito, estou muito confiante neste jovem e em outros que vão estar na próxima convocação", disse o treinador.
Depois da controversa decisão de escalar Bruno Guimarães para cobrar o pênalti contra a Noruega, nas oitavas da Copa do Mundo, o treinador explicou o motivo para Vini Júnior ter assumido hoje a cobrança da segunda penalidade do jogo, a que fechou o placar em 4 a 2.
"Por que o Bruno já havia marcado o gol. O responsável era o Raphinha, que cobrou o primeiro. O segundo era o Bruno, mas ele já tinha marcado o gol e achei que o Vini merecia. Chutou bem e marcou", explicou.







































