RTI Esporte
·09 de setembro de 2026
Baixa preocupa Bahia antes da semifinal contra o Corinthians pelo Brasileirão Feminino

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·09 de setembro de 2026

O Bahia terá de conviver com uma baixa importante no setor defensivo para a partida contra o Corinthians. A partida é válida pela semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino. A zagueira Carol Martins ficará inativa por, no máximo, nove meses.
A Agência RTI Esporte apurou que a jogadora de 21 anos sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior durante o confronto com o Palmeiras. O problema ocorreu na partida de ida, na Arena Fonte Nova, em Salvador.
Carol Martins começou entre as titulares, mas deixou o campo aos 28 minutos do primeiro tempo depois de sofrer um choque durante uma disputa. A defensora recebeu atendimento médico ainda no gramado e não conseguiu continuar na partida.
O diagnóstico posterior confirmou a extensão da lesão. A ausência pesa especialmente pela função exercida pela jogadora. Como zagueira, Carol Martins era uma das opções para dar estabilidade à linha defensiva do Bahia em uma fase decisiva da competição.
O rompimento do ligamento cruzado anterior está entre os problemas físicos de maior impacto no futebol. A recuperação costuma exigir cirurgia, fisioterapia e um longo período de readaptação antes do retorno às partidas.
No futebol feminino, a incidência de lesões também é maior do que entre os homens. A diferença está ligada a fatores anatômicos, hormonais e biomecânicos. Características do treinamento e da carga física também influenciam nesse cenário.
O tratamento da lesão não termina com o procedimento cirúrgico. Depois da cirurgia, a atleta passa por diferentes etapas de reabilitação para recuperar força, mobilidade, estabilidade e confiança para voltar a competir.
Em casos considerados dentro da evolução esperada, por exemplo, o retorno ao futebol pode ocorrer entre seis e nove meses. O prazo, entretanto, varia conforme a resposta individual e a avaliação da equipe médica.
Por isso, a volta de Carol Martins não deve ser tratada apenas como uma questão de calendário. O processo exige progressão cuidadosa até que a zagueira esteja novamente apta para suportar as exigências de uma partida.
Com a ausência prolongada, o Bahia precisará encontrar alternativas para a posição. A comissão técnica terá de redistribuir minutos e ajustar a formação defensiva para os próximos compromissos. A lesão também muda o planejamento para a sequência da temporada.
Além de perder uma peça do elenco, o clube terá de acompanhar a evolução da atleta durante todo o processo de recuperação. Para Carol Martins, começa agora uma etapa distante dos gramados, mas fundamental para definir quando poderá retomar a carreira competitiva.







































